"Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota." (Madre Teresa de Calcuta)
23 September, 2008
Fotografias - São Mateus do alto da Gingeira
Fotografias - A Igreja de São Mateus

Fotografias - Vinha sobre Pedra
22 September, 2008
A Felicidade Exige Valentia

Frases Famosas

"A única moeda verdadeiramente boa e pela qual convém trocar todas as restantes é a sabedoria."
"Cometer injustiças é pior que sofrê-las."
"Uma vida não questionada não merece ser vivida."
"Podemos facilmente perdoar uma criança que tem medo do escuro; a real tragédia da vida é quando os homens têm medo da luz."
Liberdade

Pensamento

20 September, 2008
Louvado seja Deus!

Louvado seja Deus, como é possível que uma coisa destas aconteça na “nossa” freguesia em plena luz do dia?
Não sei. Talvez a única justificativa que tenha para vos dar, é que realmente o fim do mundo deve estar muito, mas mesmo muito próximo.
E que assim seja!
19 September, 2008
Inaugurado o Pavilhão dos Desportos

A intenção foi anunciada no passado dia 5 por Carlos César durante a cerimónia de inauguração do Pavilhão dos Desportos da Candelária. Segundo o presidente do Governo os investimentos vão prosseguir com o intuito de dotar com instalações próprias os maiores clubes açorianos, que tenham demonstrado, de forma sustentada, a sua capacidade de realizar actividade desportiva relevante.
Com esse apoio o executivo pretende aumentar o número de atletas federados. Actualmente existem nos Açores 20.414 atletas federados, o que representa 8,44 por cento população açoriana e 13,43 por cento da população da ilha do Pico. Nos desportos colectivos existem 47 equipas a participar em campeonatos, incluindo as séries nacionais constituídas apenas por equipas açorianas, registando, com satisfação, que 60 por cento dos atletas que integram essas equipas são formados nos Açores.
Outra prioridade governamental anunciada por Carlos César é o alargamento dos quadros competitivos regionais dos escalões de formação, bem como a criação de centros de treino para a alta competição, apoio à formação especializada dos recursos humanos do desporto e melhoria das condições de acesso e apoio à alta competição.
Durante a cerimónia o chefe do executivo elogiou ainda o trabalho desenvolvido nos últimos anos pelo Candelária Sport Clube e lembrou que o novo pavilhão será fundamental para a formação de jovens atletas e para a competição ao mais alto nível: “A estas instalações fica associada a responsabilidade de continuar a aposta na formação desportiva dos jovens açorianos, dando-lhes a possibilidade de virem a integrar as equipas seniores, contribuindo, assim, para uma maior identificação da comunidade local e da região com o clube”.
Jorge Rodrigues, presidente da Câmara da Madalena, realçou, por seu turno, a importância do novo pavilhão, sublinhando que a estrutura vai permitir encarar o futuro com uma “nova perspectiva” de desenvolvimento desportivo. Rodrigues não escondeu o seu “orgulho” por liderar um concelho com boas estruturas desportivas, realçando que a Câmara está atenta às necessidades das suas instituições e, por isso, vai continuar a trabalhar para dar resposta às exigências.
Hernâni Jorge, dirigente do Candelária, mostrou-se “feliz por gerir um clube ganhador, trabalhador que honra os seus compromissos e que passa a dispor de um valioso património, que permite perspectivar um futuro risonho e cheio de êxitos”.
11 September, 2008
10 September, 2008
22 August, 2008
Férias

Existem Feridas que não Cicatrizam!

Não me parece muito certo que uma pessoa não mate outra porque tem medo de ir para cadeia, na realidade parece-me um absurdo. Matar alguém não só é absurdo e estúpido como é, similarmente, um acto de asselvajamento. Não matamos, pois amamos a nossa vida, assim como amamos a vida do próximo. Não somos, ou pelo menos não deveríamos ser animais. Não matamos porque, acima de tudo, respeitamos a vida. Não matamos porque temos consciência.
Analogamente, também não me parece ser muito normal ou correcto quando não nos aproximamos do fogo por medo de nos queimarmos. Sabemos, à priori, que o fogo queima e subsequentemente devemos ser prudentes e não medrosos, devemos estar conscientes desse facto.
Ter cuidado é sobretudo ter atenção, prudência e não ter medo. Usamos a palavra ter cuidado quando queremos que se tema algo ou alguém. Prudência é a arte e a sabedoria de aproveitarmos todas as experiências para aprimorar tudo o que fazemos ao longo da nossa existência.
Devemos fazer as coisas porque compreendemos e não porque tem que ser, ou porque um ou outro disse que é assim ou assado. O medo não pode servir de regulador moral, pois o certo e o errado é demasiadamente relativo e abstracto.
Todo o desejo trás consigo medos. No instante em que desejamos um emprego ou uma promoção, surge o medo de não conseguirmos. A mente começa a criar situações mirabolantes, entramos num turbilhão de ideias. O desejo de possuir algo carrega consigo o medo de não o conseguirmos, traz consigo a repulsa pelo oposto, que é o desejo incontrolável de que o oposto não aconteça. A repulsa está cheia de medos escondidos.
O medo leva-nos a fazer sempre o mesmo, aquilo que já conhecemos, pois é seguro, assim criamos rotinas, hábitos, crenças e dogmas. Contudo, depois de algum tempo chegamos à conclusão que a nossa vida é um autêntico tédio. Estamos bloqueados pelo medo, estamos cegos. Não estamos abertos ao presente, ao novo, ao verdadeiramente novo. Tudo o que é novo e desconhecido nos dá medo.
Todavia, talvez o medo do novo e do desconhecido, não passe de falta de fé. A impossibilidade de controlar algo nos dá medo. Pensamos que controlamos as coisas, e essa crença, essa sensação, nos dá uma certa segurança. Mas na verdade não podemos controlar algo que não conhecemos, assim sendo sentimo-nos impotentes. Essa necessidade de controlar as coisas é causada também pela auto importância, pelo medo de sermos expostos publicamente, pela insegurança, pelo medo de que as nossas máscara caiam de uma vez por todas.
Talvez o medo do novo e do desconhecido não exista, talvez o que exista seja, simplesmente, um apego ao conhecido, um medo de perder o conhecido, pois aquilo que já conhecemos é seguro, por mais sofrido que seja.
Dizemos que queremos mudar que queremos parar de sofrer, que queremos ser felizes. Mas não nos permitimos a mudanças, tememos as mudanças, resistimos às mudanças externas. Essa resistência é um reflexo das nossas resistências internas contra as mudanças. Podemos medir o nosso medo pelas resistências que temos.
O medo cria demasiadas barreiras, inúmeras pontes inacabadas e excessivos muros de protecção, pois cremos que existem ameaças das quais temos que nos proteger e defender. Claro que estas barreiras são para proteger os egos, a nossa auto-imagem e o nosso orgulho. O medo não está zelando por nós, muito pelo contrário, está nos travando. Ele é o grande responsável por todos os nossos preconceitos e superstições. O medo traz o desejo de segurança e o desejo de segurança traz consigo a insegurança.
Em verdade vos digo que, até há pouco tempo, o meu maior medo era verbalizar aquilo que penso e sinto. Talvez porque sabia que se o fizesse muitas das minhas relações familiares ou, até mesmo, de amizade iriam quebrar-se em mil pedaços para todo o sempre, pedaços tão minúsculos que me levariam uma vida inteira, e mais algum tempo, para os conseguir juntar. Porém, às vezes somos como uma garrafa de vinho espumante, daquelas rafeiras, se a sacudirmos muito sujeitamo-nos a ver a rolha sair com uma facilidade enorme. E depois dela sair, além de molharmos aqueles que estão defronte, jamais a conseguimos colocar no seu devido lugar. Pretendi, com esta comparação, dizer-vos que finalmente consegui ultrapassar o meu medo. Actualmente digo o que penso e sinto em voz alta, todavia, esta minha atitude já me trouxe alguns dissabores. Pois é, a tal velha máxima “diz o que queres, ouves o que não queres” anda no ar, pelo menos prós lados da Pontinha.
Finalizando esta missiva, que já vai longa, e porque não vos quero aborrecer mais com os meus desabafos, devo dizer-vos que outrora alguém disse que o tempo cicatriza todas as feridas, mesmo aquelas que estão profundamente impressas na alma e no coração, contudo, por vezes isso não é de todo verdade, até porque existem feridas que não cicatrizam, …, nem com todo o tempo do mundo.
E que assim seja!
Citando Samael Aun Weor em "A Revolução da Dialéctica":
"O medo faz surgir na mente o desejo de segurança. O desejo de segurança escraviza a vontade convertendo-a numa prisioneira de auto-barreiras definitivas; dentro delas escondem-se todas as misérias humanas.”
"O medo produz todo tipo de complexo de inferioridade. O medo à morte faz com que os homens se armem e se assassinem uns aos outros. O homem que carrega um revólver no cinto é um covarde, um medroso. O homem valente não carrega armas porque não teme a ninguém."
Pensamento
"Não se tem razão quando se diz que o tempo cura tudo: de repente, as velhas dores tornam-se lancinantes e só morrem com o homem."
20 August, 2008
E Viva o Progresso!

Ano 2008: A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta da escola.
Ano 1978: Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e acabam por ir juntos jogar matrecos.
Ano 2008: A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar, O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste em colocar a Manuela Moura Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal, mesmo debaixo de chuva.
Ano 2008: Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalin. O Jaime parece um “retardado”. A escola recebe um apoio financeiro adicional por terem um aluno incapacitado.
Ano 1978: O Luís tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
Ano 2008: Prendem o pai do Luís por maus-tratos a menores. Sem a figura paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante meses o caso em estudo. O mesmo acontece com o programa Você na TV do Manuel Luís Goucha. Até o Mais Você da Globo se interessa pelo caso excepcional...
Ano 2008: A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego. Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zezinho passa 5 anos em terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. Os donos do carro e do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Ano 1978: Depois de uns socos esquivos, levantam-se e vai cada um para sua casa. Amanhã são novamente colegas e voltam a ser amigos.
Ano 2008: A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma grande reportagem com investigadores que passaram dias no colégio a averiguar factos. Emitem-se programas e documentários sobre jovens problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.Os pais dos outros garotos negros rezam para que um dos brancos chame “chocolate” ao seu filho.
Ano 1978: Viajas num avião de TAP. Dão-te de comer, convidam-te a beber seja o que for, tudo servido por hospedeiras de bordo espectaculares, num banco onde cabem dois como tu.
Ano 2008: Entras no avião a apertar o cinto das calças, que te obrigaram a tirar no controle. Enfiam-te num banco onde tens de respirar fundo para entrar e espetas o cotovelo na boca do passageiro ao lado, e se tiveres sede o hospedeiro “amaricado” apresenta-te um menu de bebidas com os preços inflacionados 150%, só porque sim. E não protestes muito, pois quando aterrares enfiam-te o dedo mais gordo do mundo pelo cu acima para ver se trazes drogas.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1978: Não se passa nada.
Ano 2008: Depois de voltar de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, stress, seborreia e “caganeira”.
19 August, 2008
Ilha do Pico - Açores
10 August, 2008
01 August, 2008
Festas do Senhor Bom Jesus Milagroso
24 July, 2008
A um Poeta
Aspiração

14 July, 2008
11 July, 2008
Percurso Pedestre do Farrobo - Ilha do Pico
10 July, 2008
I need you, I love you - Marc Anthony
"O amor é paciente, é bondoso; a amor não é invejoso, não é arrogante, não se ensoberbece, não é ambicioso, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda ressentimento pelo mal sofrido, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta."
(Carta de S. Paulo aos Coríntios)
Sarah Mclachlan - I Love You
"Amar é dizer sim do fundo do próprio ser, e com todas as suas consequências à pessoa querida; ajudar a descobrir e conquistar a plenitude que a fará feliz; e tudo isto mediante a entrega de tudo o que cada um é, pode, tem, deseja, sonha... e necessita."
(Tomás Melendo)
