NOTA: Vamos supor que uma qualquer mulher estava prestes a dar à luz, e que tinha de ser transferida para o Hospital da Horta neste preciso dia. Mas quem é a mulher que, no seu perfeito juízo, colocava o pé, e o resto do corpo, dentro daquele barco com o mar assim.
Em verdade vos digo que eu jamais o faria, até porque não tenho essa arrojada valentia.
Pelo amor de Deus, basta ter dois palmos de testa, e ver o vídeo acima, para compreender a urgência em edificar um Hospital na nossa ilha do Pico.
"Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota." (Madre Teresa de Calcuta)
14 April, 2008
É por isto que precisamos de um Hospital!
12 April, 2008
07 April, 2008
04 April, 2008
In Memoriam: Dom Jose Vieira Alvernaz
Dom José Vieira Alvernaz nasceu na Ribeirinha do Pico a 5 de Fevereiro de 1898 e faleceu em Angra em 1986.Foi reitor do seminário de Angra, dirigiu o Boletim da Diocese e colaborou com assiduidade no Diário "A União".
Em 1939 publicou a conferência "Quaresma e Semana Santa" (Notas Litúrgicas) que havia proferido em 1933 na sede da Associação Comercial de Angra.
O grande, apostólico e extraordinário Bispo-Missionário, Dom José Vieira Alvernaz partiu destas ilhas, à maneira dos portugueses de antanho, para dilatar a Fé e o Império Português.
Eram confusos os tempos e terrível destruição assolava a Humanidade, que estupefacta e horrorizada, assistia ao bárbaro embate de duas civilizações antagónicas.
Estava, então, vaga a diocese de Cochim, ao tempo pertencente ao Padroado Português do Oriente, nessa Índia revolta e misteriosa que, embora desejosa da sua emancipação, usufruía os derradeiros e pacíficos momentos da administração britânica.
Alma em fogo, na ânsia irreprimível de fazer muita cristandade, o senhor Dom José Alvernaz, repleto de uma muito pessoal e exemplar humildade que mais embelezava a sua excepcional e distinta personalidade – na lacuna de graves e complexos problemas sociais, económicos, políticos e até religiosos que teve de equacionar e solucionar – cedo evidenciou ao grande mundo os precatados dotes do seu coração gentilíssimo e da sua percepção fulminante apetrechada de hábil e erudita sabedoria
É também longa a norma elucidativa dos sacrifícios extraordinários desse indubitável Missionário do século XX que, primeiro em Cochim e ulteriormente em Goa, suportou com rígido heroísmo todas as adversidades para manter bem alto o esplendor de Cristo e o nome da Pátria. Herói e Santo nas paragens longínquas dessa parcela querida, que o feito imortal de Vasco da Gama trouxe para a Coroa e para a Comunidade portuguesa, o Senhor Patriarca Dom José Alvernaz não receou caminhar a pé e descalço em longa peregrinação de penitência ou dirigir o seu veículo até aos bairros pobres para, junto da multidão, levar com um pouco de alento material, o alimento espiritual da doutrina do Mestre Divino!
Sua Ex.ª o Senhor Arcebispo Dom José Vieira Alvernaz, Patriarca das Índias, Primaz do Oriente e Arcebispo de Goa, Damão e Diu foi um excepcional protector que encaminhou até à ilha do Pico, honra, glória e orgulho.
Tenho dito!
02 April, 2008
Mau tempo chega ao grupo Central hoje à noite
O mau tempo, provocado pela aproximação ao arquipélago de uma superfície frontal fria com actividade moderada a forte começou terça a afectar as ilhas dos Flores e do Corvo, alargando-se ao grupo Central a partir da noite de quarta-feira, adianta o SRPCBA, citando o Instituto de Meteorologia.
Face às previsões, a Protecção Civil recomenda a adopção das medidas habituais em situações desta natureza.
31 March, 2008
Grande Lição!

"Dois importantes factos, nesta vida, saltam aos olhos; primeiro, que cada um de nós sofre inevitavelmente derrotas temporárias, de formas diferentes, nas ocasiões mais diversas. Segundo, que cada adversidade traz consigo a semente de um benefício equivalente. Ainda não encontrei homem algum bem-sucedido na vida que não houvesse antes sofrido derrotas temporárias. Sempre que um homem supera os reveses, torna-se mental e espiritualmente mais forte... É assim que aprendemos o que devemos à grande lição da adversidade. "
(Andrew Carnegie a Napoleon Hill)
19 March, 2008
17 March, 2008
CANCRO DA MAMA (Breast Cancer)
O cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres (não considerando o cancro da pele), e corresponde à segunda causa de morte por cancro, na mulher.
Em Portugal, anualmente são detectados cerca de 4500 novos casos de cancro da mama, e 1500 mulheres morrem com esta doença.
O cancro da mama é uma das doenças com maior impacto na nossa sociedade, não só por ser muito frequente, e associado a uma imagem de grande gravidade, mas também porque agride um órgão cheio de simbolismo, na maternidade e na feminilidade.
14 March, 2008
No Pico temos Bons Atletas!
AC: Comecei com 12 anos no Grupo Desportivo da Casa do Povo da Madalena, que ainda é a minha actual equipa.
2. Quem é que te ensinou a jogar?
AC: Comecei por aprender sozinha com uma raquete emprestada numa mesa própria que existia na Casa do Povo de São Mateus e depois fui aperfeiçoando o meu jogo à medida que ia jogando na brincadeira com alguns amigos.
3. Quantas horas e dias da semanas treinas e em que local?
AC: Eu treino cerca de oito horas por semana durante três dias. Os treinos são puxados, mas se não houver esforço ninguém é ninguém. E é preciso treinar para se chegar ao topo na modalidade e depois de lá estar é preciso continuar a treinar para se manter.
4. Até agora, qual foi o momento mais importante para ti no ténis de mesa?
AC: Desde que comecei a jogar todos os jogos foram importantes por isso não tenho nenhum momento que possa destacar como o mais importante.
5. Qual é o teu golpe técnico favorito?
AC: O meu golpe favorito é o “top spin”.
6. Quanto tempo demoraste a aprender?
AC: Demorei mais ou menos um ano.
7. Qual é o teu principal objectivo no ténis de mesa?
AC: Em primeiro lugar o meu objectivo é praticar desporto, e depois treinar para ser Campeã Nacional Individual e por Equipas.
8. Porque achas que este é um bom desporto para os jovens, em vez de outros mais praticados como o futebol ou o hóquei?
AC: Todos os desportos são bons para os jovens porque é uma forma de estarmos envolvidos numa actividade desportiva que nos agrada. A diferença do Ténis de Mesa é que a maioria das vezes jogamos individualmente e por isso só contamos connosco, enquanto que o futebol e o hóquei são desportos colectivos.
9. Que dirias aos jovens que vão começar agora?
AC: Dizia-lhes que é preciso muita força de vontade e, ás vezes, muita paciência. E também gostava de dizer que para atingirmos o que gostamos, é preciso muito empenho e vontade, mas nunca devemos esquecer que a escola está sempre em primeiro lugar.
10. Queres deixar alguma mensagem para todos os acompanhantes da modalidade?
AC: Que continuem a acompanhar o Ténis de Mesa, porque no Pico temos bons atletas. E a presença física de todos os acompanhantes da modalidade durante os jogos dá-nos força para lutarmos pela vitória.
Sandra Lopes Amaral, In. Contacto Profissional (Jornal da Escola Profissional do Pico)
13 March, 2008
Beleza

Teus Beijos

E assim,
Teus beijos...
Beijo que me queima, que arde
Beijos...
06 March, 2008
Um péssimo serviço na freguesia de São Mateus

No entanto, o Centro de Prestações Pecuniárias da Horta, numa diabólica decisão, sabe-se lá porquê, baseada em quê, à custa de quê ou para quê — e poderíamos continuar com muitas outras coisas acabadas em quê— decidiu rarear a abertura dos seus serviços nesta freguesia.
Numa primeira fase, acharam os Serviços da Segurança Social que duas vezes por semana seria mais do que necessário para atender a população desta terra.
Agora, e não contentes com a genialidade atrofiada da primeira decisão, tomaram a nobre iniciativa de escassear ainda mais as tais visitas. Neste momento, meus senhores, os Nobres Serviços apenas funcionam duas vezes por mês! Até ver, só até ver.
Perplexos com toda esta trama, analisámos a situação. Qual será a estratégia adoptada?
Levar daqui os Serviços e centralizá-los acolá? Mas porquê? Morreram muitos aqui e nasceram cargas acolá? Nós não demos por isso. E quem precisa, vai daqui para acolá?
E continuámos a pensar.
Conclusão? Nenhuma. Lógica? Também não vemos nenhuma.
A população desta freguesia merece uma explicação plausível do que aqui se passa.
Existem Serviços que são fundamentais para a boa prática da cidadania. Não nos tirem essa possibilidade.
Na razoabilidade das decisões assenta a confiança das gentes naqueles que se assumem como governantes para o bem-estar das populações.
E já agora, para quem tiver em mente alguma dúvida, um Balcão RIAC não contempla todo um conjunto de serviços essenciais que se centram na área dos Serviços de Segurança Social.
Isto nem ao diabo lembra.
Porque será que alguém se lembrou?..."
Hélder Goulart, In. Jornal Ilha Maior
27 February, 2008
Ilha

Na Ilha por vezes habitada!
José Saramago, In. OS POEMAS POSSÍVEIS
26 February, 2008
Josh Groban - Don't Give Up, You Are Loved!
Nostalgia
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Amor é fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?
15 February, 2008
Escolha Nossa de Cada Dia!

Arrematando, peço que Deus dê a sua bênção aos mais nobres políticos, porque tenho a crença que ainda existem alguns por aí.
E que assim seja!
14 February, 2008
12 February, 2008
Inteligência, a quanto Obrigas!
Uma recente pesquisa feita aos estudantes Portugueses registrou um dado cultural excessivamente evidente, mas que ainda não foi analisado com a veemência que o problema impõe. Percebeu-se que os alunos que têm o hábito de estudar são, sistematicamente, hostilizados pelos colegas. Por outras palavras, aqueles que gostam de ler, que prestam a devida atenção nas aulas e que se dedicam ao curso que escolheram são discriminados e ridicularizados pela maioria. Além de enfrentarem os livros, esses alunos têm que pelejar contra uma cultura de atraso para cimentar a sua posição perante a turma. Em verdade vos digo que não existe nada que nos dê mais satisfação do que ter uma conversa inteligente com alguém, principalmente quando sabemos do que estamos a falar e, assim sendo, podemos também opinar sobre esse determinado assunto.
Mas o mais trágico é quando percebemos que o pacto pela burrice já envolve políticos, jornalistas e até professores – aqueles que supostamente deveriam valorizar o saber. Essas pessoas abominam a inteligência e, sempre que têm oportunidade, proferem piadas de “esgoto” para caracterizar os estudiosos, ao mesmo tempo que elogiam a futilidade e festejam a sua própria ignorância. Precisamos urgentemente de um pacto pela inteligência. Caso contrário, aí sim, ficaremos cada dia mais insensatos.
Finalizando, deixo a esses estudantes (estudantes, mas pouco) que decidiram, por vontade própria, enxovalhar e mal dizer os colegas que vão à escola para apreenderem, e não para passarem o tempo, um ensinamento do conhecido Bill Gates: “respeite o seu colega "betinho", pois provavelmente ele será o seu chefe num futuro próximo...”
E que assim seja!
11 February, 2008
Quem espera, alcança … quando?

Não faço a mínima ideia de quantos ditados populares existem na língua portuguesa, quanto mais somando todas as culturas do mundo. O facto é que, mesmo ignorando grande parte dos ditados universais, só pelos portugueses, já podemos ter um bom entendimento dos erros humanos. Claro que não seguimos à risca todos os ditados, mas quantas vezes ouvimos uma opinião acompanhada de um deles? Perdi a conta. E os erros humanos vêm daí: é um ditado refutando o outro. Toda esta introdução para tentar compreender quando, quanto tempo e se, devemos esperar. Por algo, ou por alguém.
Alguém outrora disse que esperar é desistir. Será que quando desistimos, estamos realmente perdendo todas as esperanças? Creio que não. Afinal, não é ela a que morre por último? E já cá faltava um ditado... Quando falo de espera, refiro-me desde os quinze minutos de uma fila até os vinte anos de uma amizade. De repente quinze minutos é pouco tempo e não custa esperar, porém, quando se está quase a “esticar o pernil” com uma dor no dedo mindinho, e a curta demora só existe porque a secretária do consultório está na mexericada, ao telefone ou, simplesmente, se esqueceu de nós, a espera acaba sendo agonizante e longa demais. Tudo pode ser relativo. Como os vinte anos de amizade, que parecem dias, se não fossem as marcas do tempo, …, afinal os meus amigos mudaram tanto, quando e em verdade vos digo que, no fundo, não mudaram nada,..., eu é que não sabia ontem o que sei hoje!
Quem espera sempre alcança, dizem. Alcança resignação, desapontamento e desilusões. Tem quem espere tentando, tem quem confie na mãozinha do destino, sem saber que muitas vezes o tal aludido é maneta, e está com a outra mão ocupada. Espera pela vez, espera pela voz. Alguém que disse que vinha, e estamos até hoje à espera do tal fulano para jantar. No fundo, sabemos que já não vem, mas mesmo assim esperamos. No fundo guardamos a esperança, mesmo quando não nos apetece esperar mais. Esperar quando? E quando não o fazer? Esperar quanto tempo? Existem regras? Bom, se existem, confesso desconhecer, e desconheço também quem conheça.
“Se água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”, então quer dizer que se eu tentar de todas as formas (im) possíveis, consigo o que tanto espero? E se não der certo? É culpa do ditado. Então não tento nada, e quem sabe se esperando não acabo alcançando? E se mesmo assim não funcionar? O ditado será, uma vez mais, o culpado?
Pois é, existem alturas que não adianta inventar em quem pôr a culpa, já que a espera por explicações é supérflua, e o que foi feito não tem mais volta. Aí o melhor é esperar, quem sabe se a solução das coisas não vem de joelhos, e acabamos todos por alcançar o esperado, e desistimos de esperar pelo que não está ao nosso alcance.
E que assim seja!





