19 November, 2007

Primeira Vitória na Liga Europeia


Candelária goleou os alemães do Cronenberg.

As competições europeias voltaram na noite de hoje ao pavilhão da escola Cardeal Costa Nunes, frente a frente estiveram as equipas do Candelária e do Cronenberg em jogo respeitante á 2ªjornada da Liga Europeia.
Depois de ter sofrido uma derrota pesada em Igualada na 1ªjornada da competição, os picarotos redimiram-se em casa batendo os alemães do Cronenberg por cinco bolas a zero. A equipa forasteira não teve argumentos para surpreender os pupilos de Pedro Nunes que foram superiores durante toda a partida.
Os verde e brancos estiveram muito bem defensivamente e no ataque o perigo era constante mostrando a sua eficácia por cinco vezes.

Árbitro: Joaquim Lopez Varela (Espanha)

Candelária: Paulo Matos, Cândido Oliveira, Pedro Afonso, Bruno Matos, Tiago Resende
Jogaram ainda: Ricardo Santos, Mauro Fernandez, Eduardo Brás, João Matos
Tr.Pedro Nunes
Golos: Bruno Matos(3), Mauro Fernandez(1), Eduardo Brás(1)

Cronenberg: Marc Berenbeck, Marcello Borcianni, Marc Wochnik, Jan Velte, Thomas Haupt
Jogaram ainda: Marc Bernardowitz
Tr.Sven Steup


Ao intervalo: 2 x 0

Resultado Final: 5 x 0


2007-11-17 / 22:47:11
Fonte: Rádio Pico

11 November, 2007

Boavista de São Mateus derrotou o Fayal Sport

Futebol Clube da Madalena "A" Venceu por 4 a 1


A Equipa "A" de Futsal Feminino Senior do Futebol Clube da Madalena venceu, hoje, por 4 a 1 a Equipa "B" do Futebol Clube da Madalena. O Jogo foi disputado no Pavilhão da Escola Cardeal Costa Nunes, e está inserido no Torneio de Abertura de Futsal da Associação de Futebol da Horta. O próximo jogo está marcado para o dia 25 de Novembro, às 10 horas, no mesmo local e entre as mesmas equipas.
Constituição da Equipa "A" do Futebol Clube da Madalena
(Fotografia) - Em cima da esquerda para a direita.
1. Rui (Delegado)
2. Sónia
3. Gina
4. Lisandra
5. Sandra
6. Lurdes
7. Luís (Treinador)
(Fotografia) - Em baixo da esquerda para a direita
1. Fátima
2. Vânia
3. Tânia
4. Ana
5. Sara

07 November, 2007

A concha


A minha casa é concha. Como os bichos

Segreguei-a de mim com paciência:

Fechada de marés, a sonhos e a lixos,

O horto e os muros só areia e ausência.


Minha casa sou eu e os meus caprichos.

O orgulho carregado de inocência

Se às vezes dá uma varanda, vence-a

O sal que os santos esboroou nos nichos.


E telhadosa de vidro, e escadarias

Frágeis, cobertas de hera, oh bronze falso!

Lareira aberta pelo vento, as salas frias.


A minha casa... Mas é outra a história:

Sou eu ao vento e à chuva, aqui descalço,

Sentado numa pedra de memória.


(Vitorino Nemésio)

06 November, 2007

Mãe infusa


Ainda estão por dizer
as púdicas confidências
do tempo em que era possível
ouvir as hortênsias.

No quintal de incontinente
o maracujá enlanguescia
e pedra a pedra se reconstruía
a casa infinitamente.

Teu rosto ainda não vagueava
na noite fria do retrato.
Em que desmemoriada candeia
derramaste oh mãe o azeite intacto?

Dispunhas as jóias do inverno
para a festa cálida do verão.
Por certo alguma levaste
passando-a ao fisco da morte
para que uma pérola te assinalasse
no caso que o vento espalhasse
o pólen da tua mão.

Eis-te todavia sem ossos
mas mais do que nunca infusa
em teu ovular desvelo
e eu carnalmente intrusa
pressinto que para tocar-te
enfermo de longos cabelos.

(Natália Correia)

05 November, 2007

O Indicador de Desemprego

Queixa das almas jovens censuradas


Dão-nos um lírio e um canivete
E uma alma para ir à escola
E um letreiro que promete
Raízes, hastes e corola.

Dão-nos um mapa imaginário
Que tem a forma duma cidade
Mais um relógio e um calendário
Onde não vem a nossa idade.

Dão-nos a honra de manequim
Para dar corda à nossa ausência.
Dão-nos o prémio de ser assim
Sem pecado e sem inocência.

Dão-nos um barco e um chapéu
Para tirarmos o retrato.
Dão-nos bilhetes para o céu
Levado à cena num teatro.

Penteiam-nos os crânios ermos
Com as cabeleiras dos avós
Para jamais nos parecermos
Connosco quando estamos sós.

Dão-nos um bolo que é a história
Da nossa história sem enredo
E não nos soa na memória
Outra palavra para o medo.

Temos fantasmas tão educados
Que adormecemos no seu ombro
Sonos vazios, despovoados
De personagens do assombro.

Dão-nos a capa do evangelho
E um pacote de tabaco.
Dão-nos um pente e um espelho
Para pentearmos um macaco.

Dão-nos um cravo preso à cabeça
E uma cabeça presa à cintura
Para que o corpo não pareça
A forma da alma que o procura.

Dão-nos um esquife feito de ferro
Com embutidos de diamante
Para organizar já o enterro
Do nosso corpo mais adiante.

Dão-nos um nome e um jornal,
Um avião e um violino.
Mas não nos dão o animal
Que espeta os cornos no destino.

Dão-nos marujos de papelão
Com carimbo no passaporte.
Por isso a nossa dimensão
Não é a vida. Nem é a morte.


(Natália Correia)

O Palácio da Ventura


Sonho que sou um cavaleiro andante.

Por desertos, por sóis, por noite escura,

Paladino do amor, busca anelante

O palácio encantado da Ventura!


Mas já desmaio, exausto e vacilante,

Quebrada a espada já, rota a armadura...

E eis que súbito o avisto, fulgurante

Na sua pompa e aérea formusura!


Com grandes golpes bato à porta e brado:

Eu sou o Vagabundo, o Deserdado...

Abri-vos, portas d'ouro, ante meus ais!


Abrem-se as portas d'ouro, com fragor...

Mas dentro encontro só, cheio de dor,

Silêncio e escuridão -- e nada mais!


(Antero de Quental)

26 October, 2007

Não ter Tempo


"Deus pede estrita conta do meu tempo,
e eu vou, do meu tempo, dar-lhe conta.
Mas, como dar, sem tempo, tanta conta,
eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?
Para dar minha conta, falta o tempo,
o tempo me foi dado, e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, fazer conta,
hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
Oh, vós que tendes tempo, sem ter conta!
Não gastei vosso tempo em passatempo,
cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta.
Pois, aqueles que, sem conta, gastam tempo,
quando o tempo chegar, de prestar conta,
chorarão, como eu, o não ter tempo."

(Frei António das Chagas, Meados do século XVII)

Pensamento do Dia


"Não há nada de nobre em sermos superiores ao próximo. A verdadeira nobreza consiste em sermos superiores ao que éramos antes."

(Autor desconhecido)

22 October, 2007

Que Deus a Perdoe. Se Conseguir.

A mulher acusada de matar a pontapé a filha de dois anos, em Monção, conhece quarta-feira a sentença do tribunal, que pode chegar aos 25 anos de prisão, mas que poderá também não exceder os cinco anos.

Se o colectivo de juízes imputar à arguida o crime de homicídio qualificado, a moldura penal a aplicar variará entre os 12 e os 25 anos mas se der como provado que se tratou de homicídio por negligência a pena poderá ficar-se pelos três anos (negligência simples) ou, no máximo, ascender a cinco anos (negligência grosseira).

Nas alegações finais, o Ministério Público (MP) pediu 16 anos de prisão para a arguida, imputando-lhe o crime de homicídio por negligência, com dolo eventual.

O advogado de defesa, Mota Vieira, defendeu a tese de homicídio por negligência, «grosseira ou não», e sustentou que «uma pena para além dos cinco anos de prisão é mais do que exagerada» e, como tal, será objecto de recurso.

Segundo o magistrado do MP, a mãe, de 25 anos, não terá tido intenção de matar a filha mas «tinha consciência» de que ao desferir-lhe dois pontapés no abdómen, uma zona vital, lhe poderia causar «lesões irreversíveis» e, eventualmente, a morte.

Considerou como atenuantes para a arguida as carências do seu agregado familiar, a sua imaturidade, os quatro filhos que tinha a seu cargo e a «ausência» do marido, que saía de casa de manhã bem cedo e apenas regressava já de noite.

Ressalvou, no entanto, que, de acordo com o relatório social elaborado pelo Instituto de Reinserção Social de Viseu, os quatro filhos «não nasceram por acaso», antes foram «assumidos e queridos pelos pais».

«Se os assumiram, depois tinham de cuidar deles», referiu.

A ausência de antecedentes criminais e o facto de durante o julgamento ter manifestado «algum arrependimento» são outras atenuantes da mãe.

No entanto, o MP sublinhou que se está perante um crime «muito grave», tanto mais que na sua origem terá estado um motivo «fútil e frívolo», relacionado com o facto de a criança, Sara, ter entornado na roupa o leite que estava a beber pelo biberão.

Aludiu ainda à «frieza» da arguida e ao «distanciamento» que durante o julgamento manifestou em relação à filha, a quem sempre tratou por «pequena Sara».

O facto de ser mãe da vítima e de esta ser uma criança «frágil e perfeitamente indefesa» foram outros factores que levaram o MP a «qualificar» o crime de homicídio.

O advogado de defesa, Mota Vieira, disse que não foi provado que a mãe tivesse agredido a filha com dois pontapés, sublinhando que as duas lesões detectadas poderiam ter sido provocadas por um único golpe.

Acrescentou que não foi possível apurar qual teria sido o móbil do crime, o que, em sua opinião, seria «fundamental» para o julgamento do caso.

Sara morreu a 27 de Dezembro de 2006 em Mazedo, Monção, tendo a autópsia ao corpo da menina revelado lesões traumáticas significativas «a diversos níveis» que foram responsáveis pela morte.

Numa primeira fase, a mãe alegara que as lesões se ficaram a dever a duas quedas que a criança teria dado nas escadas do prédio onde vivia mas entretanto, durante o julgamento, assumiu que lhe deu um pontapé «de raspão», na zona abdominal, depois de ela ter entornado o leite do biberão.

Disse que ficou nervosa porque não tinha em casa gás para aquecer mais leite nem mais comida para dar à filha mas ressalvou que a intenção era acertar-lhe «no rabo», o que não aconteceu porque a criança se virou «de repente», acabando por ser atingida na zona do fígado, provocando-lhe uma lesão fatal.

Sara estava referenciada desde 2005 pela Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em Risco (CPCJR) de Viseu, distrito de onde os pais são naturais, mas apenas por negligência familiar, não havendo quaisquer indícios de maus-tratos.

Entretanto, os pais foram viver para Monção e a CPCJR «perdeu-lhe o rasto» até 4 de Dezembro, dia em que a educadora do infantário que ela começou a frequentar naquele concelho alertou para o facto de a menina aparecer na escola com hematomas no corpo e sempre «cheia de fome e mal agasalhada».

No julgamento, a responsável da CPCJR de Monção admitiu que, «se calhar», estas denúncias, na altura, «não foram devidamente valorizadas».

O advogado de defesa foi particularmente cáustico em relação a estas comissões que sinalizaram a Sara tanto em Viseu como em Monção, acusando-as de nada terem feito para evitar a tragédia.

«Há muita treta das instituições públicas mas quando é para agir, zero», referiu, nas alegações finais.

Após a morte da Sara, a Segurança Social retirou aos pais a tutela dos seus outros três filhos, entregando-os a uma família de acolhimento.

In. Diário Digital / Lusa

23-10-2007 8:05:00
NOTA: Como é que é possível uma mãe assassinar brutalmente, ao pontapé, uma filha? Um bebé que carregou dentro de si durante, aproximadamente, nove meses.
Em verdade vos digo que jamais vou compreender estas mulheres. E digo mulheres, porque mães decerto não o são, já que uma mãe ama e protege o seu bebé com unhas e dentes. Uma mãe acorda várias vezes durante a noite só para se certificar que o seu bebé está respirando. Uma mãe alimenta, em primeiro lugar, o seu bebé, e só depois se alimenta. Uma mãe prefere passar frio e ter o seu bebé agasalhado. Uma mãe dá a sua própria vida pelo seu bebé se assim for necessário.
Eu sou mãe de dois lindos bebés. E como mãe vou amar e proteger os meus bebés, contra tudo e contra todos, durante o resto da minha vida.

Tenho dito!

16 October, 2007

Confia en mi amor


Duda la luz de los astros,

De ése el sol tiene calor,

Incluso duda la verdad,

Pero confía en mi amor.


William Shakespeare

May it be



Intérprete: Lisa Kelly (Celtic Woman)

E Por Vezes


E por vezes as noites duram meses
E por vezes os meses oceanos
E por vezes os braços que apertamos
nunca mais são os mesmos E por vezes

encontramos de nós em poucos meses
o que a noite nos fez em muitos anos
E por vezes fingimos que lembramos
E por vezes lembramos que por vezes

ao tomarmos o gosto aos oceanos
só o sarro das noites não dos meses
lá no fundo dos copos encontramos

E por vezes sorrimos ou choramos
E por vezes por vezes ah por vezes
num segundo se evolam tantos anos.

(David Mourão-Ferreira)

Lágrima


Cheia de penas
Cheia de penas me deito
E com mais penas me levanto
No meu peito
Já me ficou no meu peito
Este jeito
O jeito de te querer tanto

Desespero
Tenho por meu desespero
Dentro de mim
Dentro de mim um castigo
Não te quero
Eu digo que não te quero
E de noite
De noite sonho contigo

Se considero
Que um dia hei-de morrer
No desespero
Que tenho de te não ver
Estendo o meu xaile
Estendo o meu xaile no chão
Estendo o meu xaile
E deixo-me adormecer

Se eu soubesse
Se eu soubesse que morrendo
Tu me havias
Tu me havias de chorar
Uma Lágrima
Por uma lágrima tua
Que alegria
Me deixaria matar.

(Amália Rodrigues)

15 October, 2007

Amei-vos uns aos outros

Caríssimos Irmãos, há dias na nossa vida em que a falta de um amigo é maior do que tantas outras coisas que julgamos importantes, ou àquelas que dedicamos tempo e energia, até porque existem amigos que são mais chegados do que um irmão. E, sem dúvida, a amizade é algo extraordinariamente importante na vida de qualquer um. Pois temos necessidade de alguém em quem podemos confiar os nossos segredos, compartilhar as tristezas, alegrias, sonhos, conversar meramente, sem pauta previamente estabelecida; alguém com quem não precisamos usar de formalidades ou artificialidades, pois nos aceita como somos e não espera que sejamos sobre-humanos; alguém que ajuda a carregar os fardos que acumulamos ao longo da nossa vida. Todavia, podemos observar que amizade verdadeira é algo a ser cultivado, porque não se encontra a todo o momento ou em qualquer lugar. É muito mais raro do que se deseja. Quem tem uma vida saudável, certamente é alguém que tem amigos. Quem não os tem, sofre. Em verdade vos digo que a arte de cultivar amizades tem muito que se lhe diga e não é para qualquer um, pois uma verdadeira amizade é construída no chão do amor que não espera retorno. Onde se ama por amar. A Amizade não é, ou pelo menos não deveria ser, um tipo de investimento no mercado financeiro que aguarda lucro a pequeno, médio ou longo prazo, nem tão pouco um mesquinho jogo de interesses.
Todos sabemos que fazer e manter amigos traduz, sem dúvida, saúde à alma e ao coração. Contudo, quantos de nós estamos dispostos, simplesmente a amar, mesmo correndo o risco de não sermos amados. Quantos de nós estamos dispostos a fazer o que Jesus fez, já que sabendo, à priori, da possibilidade de ser traído, não usou de estratagemas ou hipocrisias para autodefesa. Foi atraiçoado, negado e abandonado no momento mais crítico. Quando precisava de companhia na angústia da noite de vigília, os amigos não atenderam ao seu chamado para acompanhá-Lo em oração, visto que dormiam. Quando Judas, o traidor, vem para entregá-Lo aos soldados, com um beijo, Jesus o chama de amigo. Quando encontra Pedro, depois deste tê-Lo negado, ainda lhe dá um voto de confiança e restabelece a normalidade, tanto da comunhão quanto da tarefa privilegiada de continuidade da Sua obra.
Amigo confia, continua amigo e não muda de opinião consoante a direcção do vento ou da posição do Sol. Seguindo a vida de Jesus um pouco mais de perto, vemos que para alguém ser Seu amigo não precisava ser perfeito, mas que estivesse disposto a estar ao Seu lado. Pois, Ele não trazia nenhum tipo de ilusão a respeito da natureza humana. Por isso não se abalou quando nos momentos mais agudos de solidão e angústia se viu sozinho.
Creio, sinceramente, que quando o amigo falta, é como se nos faltasse o chão. Quando somos traídos, a ferida corrói de forma penosa e devastadora. Mas, quando dependemos de Deus e fazemos Dele a nossa força, somos sempre seres que atraem amizades, mas que não dependem da reciprocidade delas para a estabilidade plena. Actualmente, faço do Senhor a minha força e esperança. Agindo assim, torno-me como uma árvore plantada junto a um ribeiro de água, cuja folhagem não murcha e os frutos são dados na estação apropriada. Árvore assim avoca gente para sua sombra. Só quem tem ilusões a respeito do ser humano e o coloca no lugar de Deus é que sofre decepções e amarguras na vida. Eu, graças a Deus, não padeço desse mal.
E que assim seja!
“Isto vos mando: Que vos ameis uns aos outros.” (João 15:17)

14 October, 2007

Quem pode dizer...



NOTA: Há quem diz que podemos conhecer uma determinada pessoa pelos seus gostos musicais e cinematográficos. Pois bem, na categoria musical a minha escolha é “Only Time”, e na categoria cinematográfica a minha escolha é “Sweet November”.

13 October, 2007

Pico e Faial - Paisagens



In. http://www.youtube.com/watch?v=4mXcBc8goIw

06 October, 2007

Milho





"O milho pertence ao grupo das angiospermas, ou seja produz as sementes no fruto. A planta do milho chega a uma altura de 2,5 metros, embora haja variedades bem mais baixas. O caule tem aparência de bambu, e as juntas estão geralmente a 50 centímetros de distância umas das outras.
A fixação da
raiz é relativamente fraca. A espiga é cilíndrica, e costuma nascer na metade da altura da planta.
Os grãos são do tamanho de
ervilhas, e estão dispostos em fileiras regulares presas no sabugo, que formam a espiga. Eles têm dimensões, peso e textura variáveis. Cada espiga contém de duzentos a quatrocentos grãos.
Dependendo da espécie, os grãos têm cores variadas, podendo ser amarelos,
brancos, vermelhos, azuis ou marrons. O núcleo da semente tem um pericarpo que é utilizado como revestimento."

In. Wikipédia

02 October, 2007

A Esperança...


"A esperança adquire-se. Chega-se à esperança através da verdade, pagando o preço de repetidos esforços e de uma longa paciência. Para encontrar a esperança é necessário ir além do desespero. Quando chegamos ao fim da noite, encontramos a aurora."


(Georges Bernanos)

01 October, 2007

Ser alegre não é fácil...


"A alegria adquire-se. É uma atitude de coragem. Ser alegre não é fácil, é um acto de vontade."

(Gaston Courtois)

É urgente motivar os jovens para o folclore...

Foto: Rádio Pico

Grupo Folclórico e Etnográfico Ilha Morena comemorou o seu vigésimo terceiro aniversário.

O Grupo Folclórico e Etnográfico Ilha Morena da casa do povo de São Mateus fundado a 20 de Setembro de 1984 e constituído por cerca de 40 elementos comemorou os seus 23 anos de existência.
Laura Isabel, presidente do grupo folclórico, informou, no grande jornal da Rádio Pico, que o grupo carece neste momento de homens bailadores e de tocadores. O grupo muitas vezes é “criticado pela forma positiva e negativa, não pela qualidade mas por serem diferentes” afirmou. O Ilha Morena tem como objectivos “exemplificar os quatro momentos fundamentais da vida de um povo, a terra, o mar, a romaria e a folga”, despertando assim a atenção das pessoas.
Por outro lado declarou que anteriormente o grupo Ilha Morena pensou em “comprar um espaço rural etnográfico para mostrar o que tem, mas acabou por não ser concretizado”. No entanto desafia agora a casa do povo e outras instituições da freguesia a explorarem esta iniciativa. Justificou dizendo que “cada vez mais os turistas estão a procurar estes aspectos culturais”.
Segundo Laura Isabel a maioria dos bailes que o grupo actua são recolhas de cancioneiros e de populares. Acrescentou que embora vários grupos da ilha actuem o mesmo número existe diferenças quer na letra quer na música, essas diferenças associam-se ao “ver numa freguesia e levar para outra”.
A presidente do grupo folclórico teme agora o futuro do Ilha Morena porque “em 1984 havia força de vontade e garra. Hoje em dia essas características faltam e são fundamentais”. “É urgente motivar os jovens para o folclore porque se há escolas de música também devia existir escolas de folclore” opinou Laura Isabel.
Laura Isabel disse que os mais recentes trabalhos do grupo, o CD e o DVD, foram difíceis de realizar, o DVD demonstra uma viagem no tempo. Como se chega a Madalena e a viagem da Madalena até São Mateus. Existe também uma voz off que descreve o passado da ilha e do grupo.
Como mensagem final, a presidente acredita que o Grupo Folclórico Ilha Morena da casa do povo de São Mateus “tem pernas para andar, mas necessita de reciclagem”.

Boavista pescou três pontos em Rabo de Peixe

Foto: Rádio Pico

Boavista consegue os seus primeiros três pontos na Série Açores

Boavista conseguiu rectificar os últimos desaires consecutivos com uma vitória fora de portas frente ao Rabo de Peixe.
Num jogo com pouca história as defesas a levaram a melhor sobre os ataques. A equipa visitante entrou a tentar surpreender a turma da casa, aproveitando o vento a seu favor para procurar lançar os seus atacantes com bolas nas costas da defensiva local. Por sua vez, o Rabo de Peixe procurava chegar ao ataque com perigo, mas esbarravam sempre na bem escalonada defensiva dos homens do Pico que chegaram ao golo depois de uma boa triangulação do seu meio-campo, o esférico surgiu à frente de António Macedo que rematou e Rui Manuel na tentativa de desviar a bola, esta ressaltou na sua perna e passou por cima de Bruno Andrade, fazendo assim o único golo do jogo.
Ficha técnica
Árbitro: Luís Estrela (AF Lisboa).
Auxiliares: Cláudio Maroto e Hugo Proença.
Rabo de Peixe: Bruno Andrade; Paulinho, Gonçalves, Rui Manuel e José Manuel; Raposeiro (Luís Flor, 70), Ia Ia e Jorge Cabral (Nelson Vieira, 45); Lelé, Aurínio (Vitinha, 45) e Mauro.
Treinador: Jaime Vieira.
Boavista: Igor; Manuel Vitorino, Parreira, Nuno Alves e Rui Oliveira; Marco Jorge, Narciso e Hélder Botelho (Márcio Lima, 73); Lourenço (Paulo Pereira, 55), Ivo Rosa e António Macedo (José Cardoso, 90).
Treinador: José António Jorge
Ao intervalo: 0-1.
Marcador: Rui Manuel (31 pb).
Disciplina: cartão amarelo para Hélder Botelho (6), Ia Ia (21), António Macedo (88) e Paulo Parreira (90+4).

28 September, 2007

EU...


Eu sou a que no mundo anda perdida,

Eu sou a que na vida não tem norte,

Sou a irmã do Sonho, e desta sorte

Sou a crucificada... a dolorida...


Sombra de névoa ténue e esvaecida,

E que o destino amargo, triste e forte,

Impele brutalmente para a morte!

Alma de luto sempre incompreendida!...


Sou aquela que passa e ninguém vê...

Sou a que chamam triste sem o ser...

Sou a que chora sem saber porquê...


Sou talvez a visão que Alguém sonhou,

Alguém que veio ao mundo p'ra me ver,

E que nunca na vida me encontrou!


Florbela Espanca, In. Livro de Mágoas

27 September, 2007

Chicotada Psicológica no Boavista

Após um início de época atribulado para a equipa de São Mateus, estreante na III Divisão Série Açores, eis que surge a chicotada psicológica no clube.
Fernando Teixeira deixou o cargo amigavelmente após reunião com Manuel Furtado, presidente do Boavista, que explica que esta rescisão de contrato aconteceu em virtude de “melhores possibilidades de qualificação e de arranjar uma cara nova que motivasse os jogadores de uma forma diferente”.
Vítor Moía, de 47 anos e com um vasto currículo (ex: Oriental, Atlético, Mafra), assina o contrato, com duração de uma época, na terça-feira assistindo este domingo, em São Miguel, ao jogo entre o Rabo de Peixe e o Boavista.
Segundo Manuel Furtado “a equipa precisa ainda de um médio ala esquerdo mas o novo técnico é que dirá”.
Fonte: Rádio Pico

Na Ponta do Pico


23 September, 2007

Montanha do Pico


Esta é, de facto, a mais bela montanha do mundo.

Amigos são...


Amigos são flores...


Amigos são poemas...


Como flores, devem ser cultivadas com carinho e dedicação, para que as tempestades da vida não esfacelem as suas pétalas e para que possamos ter o seu perfume em todas as estações.


Como poemas, devem ser sentidos nas fibras mais subtis da alma, com respeito e gratidão, para que sejam a melodia risonha a embalar as nossas horas em todos os períodos do ano.