"Amar é dizer sim do fundo do próprio ser, e com todas as suas consequências à pessoa querida; ajudar a descobrir e conquistar a plenitude que a fará feliz; e tudo isto mediante a entrega de tudo o que cada um é, pode, tem, deseja, sonha... e necessita."
(Tomás Melendo)
"Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota." (Madre Teresa de Calcuta)
10 July, 2008
Sarah Mclachlan - I Love You
“The Special One”.
Caros leitores, muitos são aqueles que vivem a sua vida em função do proveito próprio.Vamos fazer isto ou aquilo. Mas espera aí. Quanto é que vamos lucrar com o nosso feito?
Aí está a pergunta que inúmeras pessoas fazem a si próprias, quando pensam em fazer algo ou, de alguma forma, ajudar um ser necessitado.
É ver que poucos são aqueles que despem a sua camisa para abrigar um irmão esfriado, sem que essa atitude albergue uma quantia monetariamente benéfica.
Porque será que mudámos tanto o nosso comportamento?
Passámos de seres solidarizados para seres apalermados?
Creio que sim.
Um dos motivos para essa mudança radicalmente comportamental é, sem dúvida alguma, a necessidade consumista.
Pois é. O dinheiro transforma, quase sempre para pior, as melhores pessoas. Dá-nos a volta à cabeça e faz-nos ser aquilo que não somos. Transforma-nos em pessoas “de nariz empinado”, e deixamos de dar valor às coisas realmente importantes que temos nas nossas vidas, tais como a família e os amigos, entre tantas outras.
Agora que temos uns trocos na algibeira vamos lá mudar de amigos porque os velhos já não pertencem à nossa classe social, já não são do nosso nível. Vamos lá comprar um carro topo de gama para passarmos pelos nossos amigos e os deixarmos para trás. Agora que temos amigos novos, verdadeiramente importantes, vamos lá cortar relações com a nossa família, porque a família dos nossos amigos tem mais euros do que a nossa.
Enfim, …, comportamentos deste tipo são o pão-nosso de cada dia na nossa ilha. Todos os dias deparamos com atitudes deste calibre e, digo eu, pouco dignas. A grande maioria das pessoas que outrora estimávamos imenso, agora não passam de vulgares conhecidos de uma outra época, quiçá de uma outra vida.
Em verdade vos digo que aquilo que aparentamos ser não é de todo o que realmente somos. Podemos ter dinheiro, uma boa casa, um bom carro e um bom emprego, todavia, somos à priori indivíduos iguais a todos os outros que por cá andam.
Às vezes temos que chamar à Terra e à razão aqueles que andam em Marte e na ilusão.
É-me bastante difícil entender as pessoas que colocam o dinheiro e os bens materiais, que eventualmente possam ter, à frente de coisas que deveriam ser, obrigatoriamente, muito mais importantes, como os nossos sentimentos, ou até mesmo, a nossa entreajuda.
Há uns dias alguém me disse:
- Ninguém faria aquilo que estás a fazer por “A”, “B” ou “C”. Eles tem uma enorme divida para contigo, nem que seja uma divida de gratidão.
Ao que eu objectei:
- Não, não tem. Aquilo que eu possa ter feito ou faço por “A”, “B” ou “C” é entre mim e Deus, quando chegar à minha hora e tiver a honra de estar perante Ele.
Não quero com isto dizer que sou, como diz o José Mourinho, “the special one”. Nada disso! Simplesmente tenho uma coisa que, hoje em dia, poucas pessoas têm – consciência.
Pois é. O dinheiro transforma, quase sempre para pior, as melhores pessoas. Dá-nos a volta à cabeça e faz-nos ser aquilo que não somos. Transforma-nos em pessoas “de nariz empinado”, e deixamos de dar valor às coisas realmente importantes que temos nas nossas vidas, tais como a família e os amigos, entre tantas outras.
Agora que temos uns trocos na algibeira vamos lá mudar de amigos porque os velhos já não pertencem à nossa classe social, já não são do nosso nível. Vamos lá comprar um carro topo de gama para passarmos pelos nossos amigos e os deixarmos para trás. Agora que temos amigos novos, verdadeiramente importantes, vamos lá cortar relações com a nossa família, porque a família dos nossos amigos tem mais euros do que a nossa.
Enfim, …, comportamentos deste tipo são o pão-nosso de cada dia na nossa ilha. Todos os dias deparamos com atitudes deste calibre e, digo eu, pouco dignas. A grande maioria das pessoas que outrora estimávamos imenso, agora não passam de vulgares conhecidos de uma outra época, quiçá de uma outra vida.
Em verdade vos digo que aquilo que aparentamos ser não é de todo o que realmente somos. Podemos ter dinheiro, uma boa casa, um bom carro e um bom emprego, todavia, somos à priori indivíduos iguais a todos os outros que por cá andam.
Às vezes temos que chamar à Terra e à razão aqueles que andam em Marte e na ilusão.
É-me bastante difícil entender as pessoas que colocam o dinheiro e os bens materiais, que eventualmente possam ter, à frente de coisas que deveriam ser, obrigatoriamente, muito mais importantes, como os nossos sentimentos, ou até mesmo, a nossa entreajuda.
Há uns dias alguém me disse:
- Ninguém faria aquilo que estás a fazer por “A”, “B” ou “C”. Eles tem uma enorme divida para contigo, nem que seja uma divida de gratidão.
Ao que eu objectei:
- Não, não tem. Aquilo que eu possa ter feito ou faço por “A”, “B” ou “C” é entre mim e Deus, quando chegar à minha hora e tiver a honra de estar perante Ele.
Não quero com isto dizer que sou, como diz o José Mourinho, “the special one”. Nada disso! Simplesmente tenho uma coisa que, hoje em dia, poucas pessoas têm – consciência.
E que assim seja!
19 June, 2008
Verdades
Existem quatro coisas que não se podem recuperar nunca...
- A pedra... depois de atirada!
- A palavra... depois de proferida!
- A ocasião... depois de perdida!
- O tempo... depois de passado!
18 June, 2008
Ermida de Nossa Senhora da Conceição - São Mateus
São Mateus do alto da Gingeira
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Vinha sobre Pedra
13 June, 2008
A uma Amiga

Aqueles, que eu amei, não sei que vento
Os dispersou no mundo, que os não vejo...
Estendo os braços e nas trevas beijo
Visões que à noite evoca o sentimento...
Outros me causam mais cruel tormento
Que a saudade dos mortos... que eu invejo...
Passam por mim, mas como que têm pejo
Da minha soledade e abatimento!
Daquela Primavera venturosa
Não resta uma flor só, uma só rosa...
Tudo o vento varreu, queimou o gelo!
Tu só foste fiel - tu, como dantes,
Inda volves teus olhos radiantes...
Para ver o meu mal... e escarnecê-lo!
Antero de Quental, In. Sonetos Completos
Estava perdido e apareceu!
Caríssimos Irmãos, algumas pessoas, ultimamente, tem-me perguntado porque deixei de escrever.
Falta de tempo é sem dúvida um dos motivos. Contudo, não é o único.
Pois bem, por vezes a vida torna-se um pouco, para não dizer muito, complicada, às vezes passamos por situações que jamais imaginámos possíveis. Todavia, essas situações acontecem sem nos darmos conta e sem sabermos porquê. Tentamos lidar com elas diariamente, diligenciamos enfrentá-las da melhor forma exequível, mas mesmo assim não vemos, nem por um canudo, resposta para as legitimar.
Quem disse que a vida é fácil?
Pois é, a vida não é nada fácil, até é extraordinariamente difícil, tão difícil que por vezes se torna detestável, porém, lá vamos nós vivendo enquanto Deus consente.
Queridos amigos, eu tenho por hábito viver a minha vida segundo as profecias que Jesus nos ensinou. Quando me deparo com alguma dificuldade pego na minha bíblia (amiga de muitos anos) e analiso minuciosamente uma ou outra parábola que se associe a essa situação, e que me ajude a pelejá-la.
O que fazer?
Ai está. Uma questão que à priori parece simples, mas que até é bastante complicada. Particularmente quando não temos conhecimento de causa e, subsequentemente, não sabemos o que realmente devemos fazer.
É evidente que num momento de desespero rezamos uns terços, pedimos a Deus e aos Santos um milagre, prometemos fazer, em troca de um desejo cumprido, uma infinidade de coisas (na maioria das vezes fazemos promessas absurdas que não conseguimos cumprir por falta de condições financeiras, físicas e psicológicas), mas mesmo assim a coisa não vai lá.
Enfim… ninguém é perfeito, e quem diz que é está longe de o ser!
Uma das parábolas que Jesus nos ensinou, aquando da sua rápida passagem pela Terra, fala-nos de um filho que abandonou o seu pai, que se distanciou daqueles que gostavam dele, decidiu, sabe-se lá porquê, explorar o mundo, e após passar pelo “inferno” concluiu que o melhor para si era retornar a casa. No dia em que regressou, o seu pai vestiu-lhe com as melhores vestimentas, abateu o seu bezerro mais gordo e fez-lhe uma grandiosa festa de boas vindas. Vendo isto, o seu filho mais velho ficou encolerizado porque tinha servido o pai tantos anos, sem nunca o desiludir, e nunca tinha sido agraciado desta forma. Então o pai disse-lhe: “- Meu filho, tu estás sempre comigo e tudo o que eu tenho é teu, mas era preciso fazermos uma festa e alegrarmo-nos, porque o teu irmão estava morto e voltou a viver, estava perdido e apareceu.”
Depois de tantos anos a ouvir e ler esta parábola, somente agora compreendi o seu significado.
Em verdade vos digo que são inúmeras as vezes que temos de amar e auxiliar aqueles que carecem voltar a viver. Mesmo quando não os compreendemos.
Temos que acreditar neles e, sobretudo, ter fé em Deus. Talvez assim valha a pena continuar a lutar.
E que assim seja!
Falta de tempo é sem dúvida um dos motivos. Contudo, não é o único.
Pois bem, por vezes a vida torna-se um pouco, para não dizer muito, complicada, às vezes passamos por situações que jamais imaginámos possíveis. Todavia, essas situações acontecem sem nos darmos conta e sem sabermos porquê. Tentamos lidar com elas diariamente, diligenciamos enfrentá-las da melhor forma exequível, mas mesmo assim não vemos, nem por um canudo, resposta para as legitimar.
Quem disse que a vida é fácil?
Pois é, a vida não é nada fácil, até é extraordinariamente difícil, tão difícil que por vezes se torna detestável, porém, lá vamos nós vivendo enquanto Deus consente.
Queridos amigos, eu tenho por hábito viver a minha vida segundo as profecias que Jesus nos ensinou. Quando me deparo com alguma dificuldade pego na minha bíblia (amiga de muitos anos) e analiso minuciosamente uma ou outra parábola que se associe a essa situação, e que me ajude a pelejá-la.
O que fazer?
Ai está. Uma questão que à priori parece simples, mas que até é bastante complicada. Particularmente quando não temos conhecimento de causa e, subsequentemente, não sabemos o que realmente devemos fazer.
É evidente que num momento de desespero rezamos uns terços, pedimos a Deus e aos Santos um milagre, prometemos fazer, em troca de um desejo cumprido, uma infinidade de coisas (na maioria das vezes fazemos promessas absurdas que não conseguimos cumprir por falta de condições financeiras, físicas e psicológicas), mas mesmo assim a coisa não vai lá.
Enfim… ninguém é perfeito, e quem diz que é está longe de o ser!
Uma das parábolas que Jesus nos ensinou, aquando da sua rápida passagem pela Terra, fala-nos de um filho que abandonou o seu pai, que se distanciou daqueles que gostavam dele, decidiu, sabe-se lá porquê, explorar o mundo, e após passar pelo “inferno” concluiu que o melhor para si era retornar a casa. No dia em que regressou, o seu pai vestiu-lhe com as melhores vestimentas, abateu o seu bezerro mais gordo e fez-lhe uma grandiosa festa de boas vindas. Vendo isto, o seu filho mais velho ficou encolerizado porque tinha servido o pai tantos anos, sem nunca o desiludir, e nunca tinha sido agraciado desta forma. Então o pai disse-lhe: “- Meu filho, tu estás sempre comigo e tudo o que eu tenho é teu, mas era preciso fazermos uma festa e alegrarmo-nos, porque o teu irmão estava morto e voltou a viver, estava perdido e apareceu.”
Depois de tantos anos a ouvir e ler esta parábola, somente agora compreendi o seu significado.
Em verdade vos digo que são inúmeras as vezes que temos de amar e auxiliar aqueles que carecem voltar a viver. Mesmo quando não os compreendemos.
Temos que acreditar neles e, sobretudo, ter fé em Deus. Talvez assim valha a pena continuar a lutar.
E que assim seja!
07 June, 2008
Senhor Bom Jesus
Festa Religiosa do Senhor Bom Jesus, em São Mateus do Pico.
05 June, 2008
A Maior Virtude do Ser Humano!
Um Homem estava a colocar flores no túmulo de um parente, quando viu um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele vira-se para o chinês e pergunta: - Desculpe, mas o senhor acha mesmo que o defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim, quando o seu vier cheirar as flores.
"Respeitar as opções dos outros é uma das maiores virtudes do ser humano. As pessoas são diferentes, agem e pensam de formas diferentes. Não julgue. Tente apenas compreender.”
Paz Perfeita

Certa vez um rei teve de escolher entre duas pinturas, qual mais representava a paz perfeita. A primeira era um lago muito tranquilo, este lago era um espelho perfeito onde se reflectiam algumas plácidas montanhas que o rodeavam, sobre elas encontrava-se um céu muito azul com nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela reflectia a paz perfeita. Já a segunda pintura também tinha montanhas, mas eram escabrosas e não tinham uma só planta, o céu era escuro, tenebroso e dele saíam faíscas de raios e trovões. Tudo isto não era pacífico. Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás de uma cascata havia um pequeno galho saindo de uma fenda na rocha. Neste galho encontrava-se um ninho. Ali, no meio do ruído da violenta camada de água, estava um passarinho calmamente sentado no seu ninho. Paz Perfeita. O rei escolheu essa segunda pintura e explicou: "Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas ou sem dor. Paz significa que, apesar de se estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos e tranquilos no nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz."
BRUMA DA SAUDADE

A montanha do Pico
Viu-te nascer
E nas ondas do mar
Foste embalada.
Cagarras gritavam
Ao anoitecer.
Envolta em bruma,
A Ilha encantada.
Largos horizontes,
Imensidão de mar,
Agora a saudade
Faz-te voltar.
Marés te levaram,
Marés te trouxeram,
Amor que no cais
Lágrima chorou...
Raios de luz
Por ti lá esperam.
Vindo da terra
O vento soprou.
Nuvens do céu
Lágrimas verteram
E das pedras negras
Para o mar correram.
(Jose M. Raposo)
26 May, 2008
14 May, 2008
O Sonho Comanda a Vida!
Goleada para a manutenção
Boavista vence ao Fayal por 5 - 0
O Boavista garantiu a sua manutenção na Série Açores na última jornada e empurrou o Santiago para os regionais. A formação da ilha do Pico dependia apenas de si para não descer e como a vitória por uma diferença de dois golos era o resultado que evitava a descida, os picarotos entraram confiantes e com garra no estádio do Bom Jesus e golearam o Fayal Sport por 5-0.
02 May, 2008
In Memoriam: Madre Teresa
Tudo o que fez foi por Amor!
30 April, 2008
29 April, 2008
24 April, 2008
Conto Árabe sobre os Sonhos

Uma conhecida anedota árabe conta que um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
- Que desgraça, senhor! - Exclamou o adivinho. - Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
- Mas que insolente - gritou o sultão, enfurecido. - Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Depois mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho.
Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
- Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas.
A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceite com facilidade.
A Verdadeira Fé

Um céptico perguntou a Devendranath Tagore:
- Sempre falas de Deus, mas tens provas da sua existência?
Devendranath apontou para uma luz:
- Sabes o que é isto?
- É uma luz - respondeu o céptico.
- Como sabes que é uma luz? - perguntou Devendranath.
- Eu a vejo, portanto, não há necessidade de prova.
- Então o mesmo se dá com a existência de Deus. Eu o vejo em mim, e fora de mim, eu o vejo dentro e através de cada coisa. Portanto, não há necessidade de prova.
E continuou:
- Enquanto a abelha se encontra no exterior das pétalas do lírio e não experimentou ainda a doçura do seu suco, ela plana em volta da flor e emite um zumbido. Mas, logo que ela penetra no seu interior; ela bebe silenciosamente o néctar. Quando alguém ainda estiver discutindo e especulando sobre uma doutrina e os dogmas religiosos, é porque ainda não experimentou o néctar da verdadeira fé. Por isso, faz silêncio e compreenderás! Onde o Espírito Eterno vem com a sua Luz, a nossa lâmpada terrestre já não é necessária. Pobres homens que crêem que as miseráveis lâmpadas do intelecto humano dão mais luz que o doce cintilar das estrelas divinas!
21 April, 2008
Campanha de Amizade

O blog Ilhas do Mar, da minha amiga Nanda, nomeou o São Mateus 2005 para a Campanha de Amizade. Agradeço e vou tentar cumprir com as regras.
Assim a minha nomeação vai para blogs de amigos reais e de amigos virtuais.
Assim a minha nomeação vai para blogs de amigos reais e de amigos virtuais.
Agora as regras
Copie o selo aqui no blog ou no Gospel Gifs (http://gospel-gifs.zip.net), nomeie 10 blogs amigos e visite cada um deles avisando da nomeação. Se foi nomeado por alguém, passe adiante e visite os outros nove blogs que foram nomeados junto com você. Ao passar a campanha, pode copiar o texto acima ou criar o seu próprio texto. O importante é não esquecer de avisar onde se encontra o selo e de nomear os seus 10 blogs amigos.
14 April, 2008
É por isto que precisamos de um Hospital!
NOTA: Vamos supor que uma qualquer mulher estava prestes a dar à luz, e que tinha de ser transferida para o Hospital da Horta neste preciso dia. Mas quem é a mulher que, no seu perfeito juízo, colocava o pé, e o resto do corpo, dentro daquele barco com o mar assim.
Em verdade vos digo que eu jamais o faria, até porque não tenho essa arrojada valentia.
Pelo amor de Deus, basta ter dois palmos de testa, e ver o vídeo acima, para compreender a urgência em edificar um Hospital na nossa ilha do Pico.
12 April, 2008
07 April, 2008
04 April, 2008
In Memoriam: Dom Jose Vieira Alvernaz
Dom José Vieira Alvernaz nasceu na Ribeirinha do Pico a 5 de Fevereiro de 1898 e faleceu em Angra em 1986.Foi reitor do seminário de Angra, dirigiu o Boletim da Diocese e colaborou com assiduidade no Diário "A União".
Em 1939 publicou a conferência "Quaresma e Semana Santa" (Notas Litúrgicas) que havia proferido em 1933 na sede da Associação Comercial de Angra.
O grande, apostólico e extraordinário Bispo-Missionário, Dom José Vieira Alvernaz partiu destas ilhas, à maneira dos portugueses de antanho, para dilatar a Fé e o Império Português.
Eram confusos os tempos e terrível destruição assolava a Humanidade, que estupefacta e horrorizada, assistia ao bárbaro embate de duas civilizações antagónicas.
Estava, então, vaga a diocese de Cochim, ao tempo pertencente ao Padroado Português do Oriente, nessa Índia revolta e misteriosa que, embora desejosa da sua emancipação, usufruía os derradeiros e pacíficos momentos da administração britânica.
Alma em fogo, na ânsia irreprimível de fazer muita cristandade, o senhor Dom José Alvernaz, repleto de uma muito pessoal e exemplar humildade que mais embelezava a sua excepcional e distinta personalidade – na lacuna de graves e complexos problemas sociais, económicos, políticos e até religiosos que teve de equacionar e solucionar – cedo evidenciou ao grande mundo os precatados dotes do seu coração gentilíssimo e da sua percepção fulminante apetrechada de hábil e erudita sabedoria
É também longa a norma elucidativa dos sacrifícios extraordinários desse indubitável Missionário do século XX que, primeiro em Cochim e ulteriormente em Goa, suportou com rígido heroísmo todas as adversidades para manter bem alto o esplendor de Cristo e o nome da Pátria. Herói e Santo nas paragens longínquas dessa parcela querida, que o feito imortal de Vasco da Gama trouxe para a Coroa e para a Comunidade portuguesa, o Senhor Patriarca Dom José Alvernaz não receou caminhar a pé e descalço em longa peregrinação de penitência ou dirigir o seu veículo até aos bairros pobres para, junto da multidão, levar com um pouco de alento material, o alimento espiritual da doutrina do Mestre Divino!
Sua Ex.ª o Senhor Arcebispo Dom José Vieira Alvernaz, Patriarca das Índias, Primaz do Oriente e Arcebispo de Goa, Damão e Diu foi um excepcional protector que encaminhou até à ilha do Pico, honra, glória e orgulho.
Tenho dito!
In. O Clero do Pico (Trabalho de Pesquisa realizado por mim e com a ajuda do meu tio, O Bispo Dom Arquíminio Rodrigues da Costa, em Junho de 1997, para a disciplina de Língua e Cultura Portuguesa).
02 April, 2008
Mau tempo chega ao grupo Central hoje à noite
O Serviço Regional de Protecção Civil e Bombeiros dos Açores (SRPCBA) alertou para o agravamento do estado do tempo nas ilhas dos grupos Ocidental e Central, onde se prevê a ocorrência de aguaceiros por vezes fortes e trovoadas.
O mau tempo, provocado pela aproximação ao arquipélago de uma superfície frontal fria com actividade moderada a forte começou terça a afectar as ilhas dos Flores e do Corvo, alargando-se ao grupo Central a partir da noite de quarta-feira, adianta o SRPCBA, citando o Instituto de Meteorologia.
Face às previsões, a Protecção Civil recomenda a adopção das medidas habituais em situações desta natureza.
O mau tempo, provocado pela aproximação ao arquipélago de uma superfície frontal fria com actividade moderada a forte começou terça a afectar as ilhas dos Flores e do Corvo, alargando-se ao grupo Central a partir da noite de quarta-feira, adianta o SRPCBA, citando o Instituto de Meteorologia.
Face às previsões, a Protecção Civil recomenda a adopção das medidas habituais em situações desta natureza.
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