"Por vezes sentimos que aquilo que fazemos não é senão uma gota de água no mar. Mas o mar seria menor se lhe faltasse uma gota." (Madre Teresa de Calcuta)
17 April, 2007
Ermida do Campo Raso
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Candelária
16 April, 2007
Simplicidade calma e serena
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São Mateus
15 April, 2007
Quantos de nós seríamos capazes...?
Nos tempos de Jesus, o governo romano cobrava variados impostos sobre o povo palestino. Portagens para transportar mercadorias por terra ou por mar eram recolhidas por cobradores particulares, os quais pagavam uma taxa ao governo romano pelo direito de avaliar esses tributos. Esses cobradores auferiam lucros cobrando um imposto mais alto do que a lei consentia. Na maioria das vezes, os cobradores autorizados, agenciavam oficiais de categoria inferior, chamados de publicanos, para executarem o verdadeiro trabalho de cobrar. Os publicanos recebiam os seus inerentes salários colectando uma fracção a mais do que o seu patrão ordenava. O discípulo Mateus era um desses publicanos; ele cobrava a portagem na estrada entre Damasco e Aco; a sua tenda estava situada fora da cidade de Cafarnaum, dando-lhe a possibilidade de, similarmente, cobrar os impostos aos pescadores.
Usualmente um publicano cobrava 5% do preço da compra de artigos normais de comércio, e até 12,5% sobre artigos de sumptuosidade. Mateus cobrava impostos também dos pescadores que laboravam no mar da Galileia e dos barqueiros que traziam as suas mercadorias das cidades situadas no outro lado do lago.
Os judeus encaravam o dinheiro dos cobradores de impostos como sendo impuro, por isso jamais pediam troco. Se um judeu não fruía da quantia precisa que o cobrador exigia, pedia-o a um amigo. Os judeus desprezavam os publicanos porque estes trabalhavam para o odiado império romano e para o títere rei judeu. Não era permitido aos publicanos prestar depoimento no tribunal, e não podiam pagar o dízimo do seu dinheiro ao templo. “Um bom judeu não se associaria com publicanos” (Mt 9.10-13).
Os judeus dividiam os cobradores de impostos em duas classes. A primeira era a dos gabbai, que lançavam impostos gerais sobre a agricultura, e arrecadavam do povo impostos de recenseamento. O segundo grupo compunha-se dos mokhsa, que eram judeus, daí serem desprezados e considerados traidores pelo seu próprio povo. Mateus pertencia a esta classe.
O Evangelho de Mateus diz-nos que Jesus se aproximou deste improvável discípulo, quando este se encontrava sentado na sua colectoria e, simplesmente, ordenou-lhe: “Segue-me! E ele deixou o trabalho para seguir o Mestre” (Mt 9.9).
Evidentemente, Mateus era um homem rico, porque deu um banquete na sua própria casa. “E numerosos publicanos e outros estavam com eles à mesa” (Lc 5.29). O simples facto de Mateus ter casa própria indica que era mais abastado do que o publicano típico.
Devido à natureza do seu trabalho, Mateus sabia ler e escrever. Os documentos de papiro, relacionados com impostos, datados por volta de 100 d.C., declaram que os publicanos eram deveras eficientes em cálculo.
Mateus pode, eventualmente, ter tido algum grau de parentesco com o discípulo Tiago, visto que se diz de cada um deles ser “filho de Alfeu” (Mt 10.3; Mc 2.14). “Por vezes Lucas usa o nome Levi para reportar-se a Mateus” (Lc 5.27-29). Por isso alguns estudiosos crêem que o nome de Mateus era Levi, antes deste decidir seguir Jesus, e que Jesus lhe deu um novo nome, que significa “dádiva de Deus”. Outros sugerem que Mateus era membro da tribo sacerdotal de Levi.
De todos os evangelhos, o de Mateus tem sido, provavelmente, o de maior influência. A literatura cristã do segundo século faz mais citações do Evangelho de Mateus do que de qualquer outro. Os pais da igreja colocaram o Evangelho de Mateus no começo do cânon do Novo Testamento, provavelmente por causa do significado que lhes atribuíam. O relato de Mateus acentua que Jesus era o Messias prometido, cumprindo as profecias do Antigo Testamento.
Não sei o que aconteceu com Mateus depois do dia de Pentecostes. Uma informação, fornecida por John Foxe (John Foxe (1517-1587), era um homem pobre na Inglaterra e amigo íntimo de Willian Tyndalle, o primeiro tradutor da Bíblia para o Inglês. Era devotado ao estudo da perseguição cristã ao longo da história. Foi executado pela rainha Elisabeth I), declara que ele passou os seus últimos anos ensinando a Palavra de Deus na Pártia e na Etiópia, e que foi martirizado na cidade Nadabá em 60 d.C. Todavia, não sei se esta informação é digna de confiança.
Em verdade vos digo que Mateus foi um grande homem. Um homem que deixou o seu trabalho e todos os seus bens para seguir Jesus, baseado, unicamente, na Sua promessa de um bem-aventurado mundo repleto de harmonia e paz. Quantos de nós seríamos capazes de abandonar os nossos trabalhos, os nossos bens e o nosso rico dinheirinho a pedido de alguém que nos fizesse a mesma promessa? Quantos de nós seríamos capazes de deixar as nossas opulências em abono da fé? Creio que poucos, até porque há quem diz que a fé move montanhas, porém, considero que actualmente o dinheiro move muitas mais.
E que assim seja!
Em verdade vos digo que Mateus foi um grande homem. Um homem que deixou o seu trabalho e todos os seus bens para seguir Jesus, baseado, unicamente, na Sua promessa de um bem-aventurado mundo repleto de harmonia e paz. Quantos de nós seríamos capazes de abandonar os nossos trabalhos, os nossos bens e o nosso rico dinheirinho a pedido de alguém que nos fizesse a mesma promessa? Quantos de nós seríamos capazes de deixar as nossas opulências em abono da fé? Creio que poucos, até porque há quem diz que a fé move montanhas, porém, considero que actualmente o dinheiro move muitas mais.
E que assim seja!
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Reflexões
12 April, 2007
O Inferno é na Terra
Todos aqueles que vivem a Religião Católica como sendo o seu principal lema de vida, tem a plena crença que, após a morte, existem dois destinos para o descanso eterno. Um deles é o Paraíso, e o outro é o Inferno.
Apesar de me considerar Católica – confesso que pouco praticante – creio piamente que o Inferno é na Terra.
Todos os dias escuto relatos de terríveis acontecimentos que sucedem por esse mundo a fora. São sujeitos que abusam sexualmente de crianças, são criaturas que matam porque não tem mais nada que fazer, são indivíduos que fazem uso quotidiano da violência para mostrarem às esposas quem é que manda, tendo como justificação o facto do avô, do pai, do tio e do raio que o parta já o fazerem, homens que estupram mulheres indefesas, mulheres que abandonam ou vendem os seus próprios filhos, …, enfim, só tristezas infernais.
É certo que Jesus disse que todos aqueles que pretendessem entrar no Reinos dos Céus tinham que, primeiramente, sofrer enquanto por cá caminhassem, todavia, nem tanto à terra, nem tanto ao mar. Há limites para tudo e para todos. E, a tal máxima “perdoa-lhes Pai porque eles não sabem o que fazem” já deu o que tinha a dar.
Em verdade vos digo que quando oramos ao Senhor dizemos que vamos perdoar a quem nos ofendeu, assim como queremos ser perdoados por aqueles a quem ofendemos, porém, na maioria das vezes somos imensamente ofendidos e ofendemos muito pouco, ou até mesmo nada. E quando isto acontece o que é que fazemos? Das duas uma, ou sentamo-nos à sombra da bananeira e esquecemos o assunto, ou então exercitamos a mão e partimos para a pancadaria. De qualquer maneira, no final, somos sempre nós os grandes prejudicados. Ficamos na boca do povo, e com sorte, ainda vamos fazer uma visitinha ao xadrez da Policia de Segurança Pública.
Caros leitores, após uma breve reflexão sobre o que acima escrevi (e breve porque ultimamente, entre um choro e outro, nem tempo tenho para ir à casa de banho, quanto mais para reflectir sobre o que quer que seja), cheguei à brilhante conclusão que de facto este mundo aos maus pertence, e quem têm o raro talento da bondade está completamente “lixado”.
Todavia, como sou uma optimista por natureza, e ainda acredito que existem inúmeras pessoas repletas de generosidade, apelo a todos vós, que estais a ler estas linhas que hoje rabisco, que apoieis a minha querida amiga Marisa na sua luta diária pela sobrevivência.
Vamos repartir o pouco ou muito que temos para ajudar aquela que já sofreu demais.
Lembrai-vos daquela pobre mulher que nada tinha, mas ainda assim arranjou no fundo do bolso uma moedinha para dar a quem necessitava.
Tenho dito!
É certo que Jesus disse que todos aqueles que pretendessem entrar no Reinos dos Céus tinham que, primeiramente, sofrer enquanto por cá caminhassem, todavia, nem tanto à terra, nem tanto ao mar. Há limites para tudo e para todos. E, a tal máxima “perdoa-lhes Pai porque eles não sabem o que fazem” já deu o que tinha a dar.
Em verdade vos digo que quando oramos ao Senhor dizemos que vamos perdoar a quem nos ofendeu, assim como queremos ser perdoados por aqueles a quem ofendemos, porém, na maioria das vezes somos imensamente ofendidos e ofendemos muito pouco, ou até mesmo nada. E quando isto acontece o que é que fazemos? Das duas uma, ou sentamo-nos à sombra da bananeira e esquecemos o assunto, ou então exercitamos a mão e partimos para a pancadaria. De qualquer maneira, no final, somos sempre nós os grandes prejudicados. Ficamos na boca do povo, e com sorte, ainda vamos fazer uma visitinha ao xadrez da Policia de Segurança Pública.
Caros leitores, após uma breve reflexão sobre o que acima escrevi (e breve porque ultimamente, entre um choro e outro, nem tempo tenho para ir à casa de banho, quanto mais para reflectir sobre o que quer que seja), cheguei à brilhante conclusão que de facto este mundo aos maus pertence, e quem têm o raro talento da bondade está completamente “lixado”.
Todavia, como sou uma optimista por natureza, e ainda acredito que existem inúmeras pessoas repletas de generosidade, apelo a todos vós, que estais a ler estas linhas que hoje rabisco, que apoieis a minha querida amiga Marisa na sua luta diária pela sobrevivência.
Vamos repartir o pouco ou muito que temos para ajudar aquela que já sofreu demais.
Lembrai-vos daquela pobre mulher que nada tinha, mas ainda assim arranjou no fundo do bolso uma moedinha para dar a quem necessitava.
Tenho dito!
"Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens a dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu. Então vem e segue-me." (Mateus 19:21)
"Bem-aventurado vós, os pobres, pois vosso é o reino de Deus." (Lucas 6:20)
"E disse ao povo: Acautelai-vos e guardai-vos de toda espécie de cobiça; porque a vida do homem não consiste na abundância das coisas que possui." (Lucas 12:15)
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Reflexões
11 April, 2007
E não chove!

Caro leitor existe sempre qualquer coisa pela qual nos devemos debater.
Ontem à tarde, deitada na minha cama, com a minha menina ao meu lado, tentei descansar por uns instantes, de cabeça encostada à almofada, com os olhos fechados, tentei esquecer onde estava, o que se passa por cá e, principalmente, os absurdos ridículos e despropositados que alguns seres mal intencionados, cínicos e com pouco carácter dizem por aí, na desmesurada tentativa de envenenar a mente e o espírito daqueles que ainda têm alguma consideração por nós.
Enfim…
E não chove! (Expressão que utilizo, em código, variadíssimas vezes para descrever o meu descontentamento com algo ou com alguém).
Realmente deveria chover muito e inúmeras vezes, nem que fosse unicamente para lavar as almas sujas e as mentes malvadas de algumas criaturas que por aí, por ali e por acolá andam.
Estimados amigos, em verdade vos digo que a realidade pode, eventualmente, ser interpretada de variadíssimos formatos, subordinando-se da boa ou má vontade das pessoas que a proclamam.
Todos nós temos a liberdade de falar o que pensamos e sentimos. No entanto, falar abertamente, na franqueza dos nossos sentimentos a respeito de alguma coisa ou de alguém, muitas vezes, pode causar um efeito contrário ao pretendido. A “verdade” que procuramos cultivar como virtude poderá ser classificada como uma atitude de indelicadeza, ou parecer como um terrível acto de má educação no conceito da outra pessoa.
Todos nós temos o direito e o dever de expor os nossos sentimentos sobre um ocasionado acontecimento, porém, isso poderá originar situações pouco saudáveis aos nossos relacionamentos, sobretudo quando a sapiência e o discernimento escassear para reconhecermos “como” e o “melhor momento” de fazê-lo.
Quantas amizades, casamentos e outros géneros de relacionamentos resfriaram em função da lisura aplicada ao modo de falar. Não é da conveniência de ninguém viver encobrindo os seus reais pensamentos e opiniões sobre o que tem sabido dentro da sua camaradagem. No entanto, não nos estão reservados, com exclusivismo, a situação e a conjuntura que acreditamos ser as mais adequadas para se falar.
Demasiadas figuras – ao viverem um acesso de displicência, e lançando mão do “direito” da franqueza – se autorizam a transformar em vocábulos, com pitadas de cólera e desapontamento, as suas impressões. Em outras alturas, expõem um rol de carências sobre aquele que consideram não proceder a seu contento. Nesse ápice, quase que num modo de provocação, consolidam juízos, – não querendo, tão pouco, saber se o que dizem é do interesse de uma vasta e observadora plateia –, e acabam expondo e diminuindo aquele a quem consideram amigo, ou até mesmo irmão.
Quais seriam os procedimentos elementares que deveríamos adoptar quando estamos exercitando a liberdade de expressão?
Falar a verdade, muitas vezes, pode estar alicerçado na inerente urgência de desabafar, de deitar para fora o que nos está incomodando cá dentro.
A verdade, que achamos imprescindível ser declarada, carece – prematuramente –, convencer e não caluniar o nosso próximo, pois, por si só ela já descompõe aquele que confiava estar vivendo rectamente. Se quisermos manifestar a nossa opinião, com o intuito de trazer uma renovada possibilidade de entendimento, de amestrar ou até mesmo de repreender alguém, “a sabedoria de um ancião” deverá controlar o ímpeto de um coração ávido do desejo de reparar o mundo.
Longe de se determinar uma técnica de observância para o melhor momento em que se deve falar a verdade, encontra-se a necessidade de se aprimorar a afectividade para assentar, – também nas palavras –, a prática do amor e da bondade. Isso não desobriga os mais idosos, nem tão-pouco aqueles, que devido ao longo tempo de coexistência, possam ter adquirido a falsa sensação de terem atingido o direito de dizer tudo o que pensam sobre os demais.
Em nome da sinceridade, que consideramos ser justa, podemos aniquilar a possibilidade de ampliar os limites e de aprofundar as nossas experiências de amizade e fraternidade.
Pois é amigos, existem verdades que, e embora sejam sentidas, jamais devem ser proferidas.
E agora perguntam-me vocês:
Ontem à tarde, deitada na minha cama, com a minha menina ao meu lado, tentei descansar por uns instantes, de cabeça encostada à almofada, com os olhos fechados, tentei esquecer onde estava, o que se passa por cá e, principalmente, os absurdos ridículos e despropositados que alguns seres mal intencionados, cínicos e com pouco carácter dizem por aí, na desmesurada tentativa de envenenar a mente e o espírito daqueles que ainda têm alguma consideração por nós.
Enfim…
E não chove! (Expressão que utilizo, em código, variadíssimas vezes para descrever o meu descontentamento com algo ou com alguém).
Realmente deveria chover muito e inúmeras vezes, nem que fosse unicamente para lavar as almas sujas e as mentes malvadas de algumas criaturas que por aí, por ali e por acolá andam.
Estimados amigos, em verdade vos digo que a realidade pode, eventualmente, ser interpretada de variadíssimos formatos, subordinando-se da boa ou má vontade das pessoas que a proclamam.
Todos nós temos a liberdade de falar o que pensamos e sentimos. No entanto, falar abertamente, na franqueza dos nossos sentimentos a respeito de alguma coisa ou de alguém, muitas vezes, pode causar um efeito contrário ao pretendido. A “verdade” que procuramos cultivar como virtude poderá ser classificada como uma atitude de indelicadeza, ou parecer como um terrível acto de má educação no conceito da outra pessoa.
Todos nós temos o direito e o dever de expor os nossos sentimentos sobre um ocasionado acontecimento, porém, isso poderá originar situações pouco saudáveis aos nossos relacionamentos, sobretudo quando a sapiência e o discernimento escassear para reconhecermos “como” e o “melhor momento” de fazê-lo.
Quantas amizades, casamentos e outros géneros de relacionamentos resfriaram em função da lisura aplicada ao modo de falar. Não é da conveniência de ninguém viver encobrindo os seus reais pensamentos e opiniões sobre o que tem sabido dentro da sua camaradagem. No entanto, não nos estão reservados, com exclusivismo, a situação e a conjuntura que acreditamos ser as mais adequadas para se falar.
Demasiadas figuras – ao viverem um acesso de displicência, e lançando mão do “direito” da franqueza – se autorizam a transformar em vocábulos, com pitadas de cólera e desapontamento, as suas impressões. Em outras alturas, expõem um rol de carências sobre aquele que consideram não proceder a seu contento. Nesse ápice, quase que num modo de provocação, consolidam juízos, – não querendo, tão pouco, saber se o que dizem é do interesse de uma vasta e observadora plateia –, e acabam expondo e diminuindo aquele a quem consideram amigo, ou até mesmo irmão.
Quais seriam os procedimentos elementares que deveríamos adoptar quando estamos exercitando a liberdade de expressão?
Falar a verdade, muitas vezes, pode estar alicerçado na inerente urgência de desabafar, de deitar para fora o que nos está incomodando cá dentro.
A verdade, que achamos imprescindível ser declarada, carece – prematuramente –, convencer e não caluniar o nosso próximo, pois, por si só ela já descompõe aquele que confiava estar vivendo rectamente. Se quisermos manifestar a nossa opinião, com o intuito de trazer uma renovada possibilidade de entendimento, de amestrar ou até mesmo de repreender alguém, “a sabedoria de um ancião” deverá controlar o ímpeto de um coração ávido do desejo de reparar o mundo.
Longe de se determinar uma técnica de observância para o melhor momento em que se deve falar a verdade, encontra-se a necessidade de se aprimorar a afectividade para assentar, – também nas palavras –, a prática do amor e da bondade. Isso não desobriga os mais idosos, nem tão-pouco aqueles, que devido ao longo tempo de coexistência, possam ter adquirido a falsa sensação de terem atingido o direito de dizer tudo o que pensam sobre os demais.
Em nome da sinceridade, que consideramos ser justa, podemos aniquilar a possibilidade de ampliar os limites e de aprofundar as nossas experiências de amizade e fraternidade.
Pois é amigos, existem verdades que, e embora sejam sentidas, jamais devem ser proferidas.
E agora perguntam-me vocês:
- “E porquê?”
E a resposta é:
E a resposta é:
- “Porque magoam.”
E que assim seja!
“A crítica é um imposto que a inveja cobra sobre o mérito.”
(Autor Desconhecido)
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Reflexões
04 April, 2007
Bom é saber calar até ser tempo de falar!
SINAL +
Largo e Miradouro da Pontinha
(Obra da Junta de Freguesia de São Mateus com o apoio da Câmara Municipal da Madalena)
Quantas vezes o nosso trabalho, feito com a melhor das intenções, mesmo que imperfeitamente ou sem atender ao gosto de todos, mas dentro de nossas possibilidades, sofre críticas injustificadas, destituídas de fundamentação e, principalmente, feitas muitas vezes às escondidas, como se pretendessem evitar a verdade.
Diante de situações assim o melhor que temos a fazer é viver conforme nos amestra um antigo provérbio português: “Bom é saber calar até ser tempo de falar”.
A menos que a crítica seja fundamentada, ou da qual possamos tirar algum proveito para o aperfeiçoamento do nosso trabalho, prossigamos, então, trabalhando em silêncio, mas trabalhando, pois se perdermos tempo a nos ocuparmos com as críticas oriundas de quem está de braços cruzados, perderemos oportunidades preciosas de progresso, além de cairmos no jogo destruidor do desânimo que desmotiva e paralisa todas as nossas mais valiosas e sumptuosas forças.
Tenho dito!
Tenho dito!
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São Mateus
03 April, 2007
Quem te viu e quem te vê!
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Porto de São Mateus
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São Mateus
01 April, 2007
Eu só quero ser a Mãe que tu amas
Se me vês acharás nos meus olhos o amor,
Tu és a metade que completou a minha vida.
O que sou te darei sem medo de cometer algum erro,
Creio em ti e deixarei nas tuas mãos os meus sonhos.
Quero estar dentro do teu coração,
Poder saber que me amas como sou.
Eu apenas quero ser a Mãe
Para te dar tudo o que posso
Todos os dias e todas as noites
Amar-te por toda a minha vida.
Eu não quero mudar o mundo
Enquanto fores a minha menina
É mais do que suficiente,
Apenas ser a mãe que tu amas.
Quero ser o lugar onde te podes refugiar
Do medo e acalmar nos meus braços a tua ansiedade.
Desde hoje vou ser tudo para ti.
Quantas vezes sonhei contigo e agora estás aqui.
Quero ouvir os teus segredos, tudo o que sonhes descobrir.
Quero amar-te assim.
Eu apenas quero ser a Mãe
Para te dar tudo o que posso
Todos os dias e todas as noites
Amar-te por toda a minha vida.
Eu não quero mudar o mundo
Enquanto fores a minha menina
É mais do que suficiente,
Apenas ser a Mãe que tu amas.
Eu só quero ser a Mãe que tu amas.
Tu és a metade que completou a minha vida.
O que sou te darei sem medo de cometer algum erro,
Creio em ti e deixarei nas tuas mãos os meus sonhos.
Quero estar dentro do teu coração,
Poder saber que me amas como sou.
Eu apenas quero ser a Mãe
Para te dar tudo o que posso
Todos os dias e todas as noites
Amar-te por toda a minha vida.
Eu não quero mudar o mundo
Enquanto fores a minha menina
É mais do que suficiente,
Apenas ser a mãe que tu amas.
Quero ser o lugar onde te podes refugiar
Do medo e acalmar nos meus braços a tua ansiedade.
Desde hoje vou ser tudo para ti.
Quantas vezes sonhei contigo e agora estás aqui.
Quero ouvir os teus segredos, tudo o que sonhes descobrir.
Quero amar-te assim.
Eu apenas quero ser a Mãe
Para te dar tudo o que posso
Todos os dias e todas as noites
Amar-te por toda a minha vida.
Eu não quero mudar o mundo
Enquanto fores a minha menina
É mais do que suficiente,
Apenas ser a Mãe que tu amas.
Eu só quero ser a Mãe que tu amas.
(Adaptado da Música "The Man You Love", Il Divo)
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Familia
31 March, 2007
O amor é uma arte
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Familia
Inimigo Público Nº. 1 em São Mateus
ALERTA VERMELHO
Os anos passam e o perigo continua...
Não sei a que entidade compete resolver o problema da ausência dos muros de protecção em redor do Campo de Jogos do Boavista, nem tão pouco me interessa saber. Todavia, creio que já é altura de resolverem a situação, antes que haja algum acidente no local. Pois é, de facto é vero que o português só põe trancas na porta depois de ser roubado. Para bom entendedor,...
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São Mateus
30 March, 2007
Para a minha Princesa
Em teus olhos mouros de noite calma,
Em beijos lançados no ar e nos lábios,
Em gritos exactos como astrolábios,
Encontro aquele porto onde repousa a alma.
Balouçando como uma bailarina
Entre a tristeza e a alegria perfeitas
Recolhes a mais bela das colheitas:
O seres quem és, luz que te ilumina.
Princesa forte, sensível, real,
Que segredos guardam teus universos?
Que sonhos inventas de ouro e cristal?
És a inspiração e os próprios versos
Que fluem livres num imenso caudal
De correntes fundas, mares insubmersos.
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27 March, 2007
Para quê ficar quieto???

"É absolutamente fantástica a sensação de liberdade,..., de VIDA que se sente, quando acordamos pela manhã e pensamos: "O dia parece estar tão bonito, quem me dera viver muitos mais anos para poder repetir esta sensação única de ACORDAR". Seria este o pensamento num dia perfeitamente normal, em que não houvesse nada que nos fizesse pensar o contrário, e onde a saúde imperasse.
Infelizmente, e porque as coisas menos boas não acontecem só nos filmes, deparamo-nos por vezes com situações que, certamente, nos deixam numa imensa tristeza. É o caso da nossa AMIGA – MARISA AMARAL –, que neste momento passa uma fase muito complicada da sua vida, necessitando de tratamentos que, para além de serem desconfortáveis, são muito dispendiosos, ascendendo aos €500/semana, mas que estão a ter resultados POSITIVOS.
Parar é morrer. E, porque ninguém sabe como será o dia de amanhã, temos a obrigação de ajudar.
Estão a ser organizados vários eventos, para angariação de fundos, como forma de apoio a esta nossa amiga. Para além disso está aberta uma conta bancária, no balcão nº0423 (Madalena do Pico) da CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, através da qual podem ser feitos donativos.
O NIB é o seguinte:
NIB: 003504230000319890081
Para todos os residentes no estrangeiro que estejam interessados em colaborar nesta campanha de solidariedade, deverão fazer os seus donativos para:
BIC:CGDIPTPL003504230000319890081
Para quê ficar quieto, quando a cura de alguém pode depender de um simples gesto nosso.
AJUDE!"
AJUDE!"
(Texto recebido por e-mail)
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Amizade
Porque...
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não."
(Sophia de Mello Breyner)
(Sophia de Mello Breyner)
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Poemas
19 March, 2007
A minha Homenagem à Sra. Maria de Lurdes
Eis aquela que foi uma Excepcional Mulher!
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Homenagem
Obrigado Homens Bravos

Chegou ao fim a epopeia do Candelária na edição da presente temporada da Taça CERS. Foi precisamente no último jogo que os picarotos sofreram a única derrota na prova, mas o desaire por 4-2 foi suficiente para o título ficar em Espanha nas mãos do Vilanova. Casa cheia no Garraf (2.000 lugares), para receber o Candelária, numa festa fantástica e entusiasmante do primeiro ao último segundo da partida, a aficion local demonstrava grande confiança na conquista duma prova que na última temporada havia sido perdida na final frente ao poderoso Barcelona.
Com os dois conjuntos na máxima força, já que do lado da equipa de Alberto Mózon, Roger Boira recuperou a tempo de participar na final, pese embora não tenha sido utilizado, e por seu lado, Mauro Fernandez também apareceu no conjunto verde branco, depois da sua presença na final ter estado em dúvida, estavam lançados os dados para um grande jogo de hóquei em patins.
Os Espanhóis entraram muito fortes na partida tentando chegar cedo à vantagem, conseguindo o seu intento com um golo logo ao sexto minuto através de “Santi” Julivert. Os picarotos souberam reagir à adversidade e foram à procura da igualdade e colocaram a eliminatória novamente empatada com um golo de Carrais depois dum assistência de Tomba, num jogada de excelente efeito. Este tento gelou e silenciou por completo o pavilhão, só sendo audíveis os festejos duma dúzia de adeptos do Candelária que se deslocaram à Catalunha. A equipa laranja abanou, sentiu o golo e os homens de Pedro Nunes controlavam a partida. Foi nesta toada que a partida se jogava até que a um minuto do descanso, David Rós conseguiu receber, de costas para a baliza, uma bola dentro da área, tendo rodado para um remate colocado que colocou o Vilanova novamente em vantagem na partida. Este golo acabou por ser determinante no desfecho da partida, já que surgiu conta a corrente do jogo e num momento chave da partida.
No reatamento e em desvantagem, o Candelária assumiu a despesas do jogo conseguindo criar perigo junto da baliza de Arellano, mas o gigante espanhol mostrava-se intransponível. Assim e mais uma vez, o contra golpe foi fatal e numa recuperação e transição muito rápida, Rós bisou e levou o Garraf ao rubro. O Vilanova aproveitava o balanceamento ofensivo do adversário e demonstrava eficácia na hora da finalização, chegando mesmo ao quarto a poucos minutos do final através de Del Amor. Numa demonstração de grande personalidade, os homens da Candelária vergaram mas não caíram conseguindo ainda amenizar a desvantagem com mais um golo de Carrais.No final, a festa foi bonita, mas não era a nossa festa. O título está bem entregue e o vencedor é justo, mas esta final foi muito equilibrada e no conjunto dos dois jogos fica mesmo a sensação de que o Vilanova não é superior ao Candelária. A arbitragem da dupla transalpina não ficou isenta de erros graves, demonstrando mais uma vez que a verdade desportiva por vezes sai deturpada. Por este ou aquele pormenor, por esta ou aquela razão, o Pico continua lá longe, “perdido no meio do Atlântico” e muito longe dos grandes centros onde tudo se decide. Contudo esta é a hora de enaltecer e valorizar tudo aquilo que foi feito em prol das nossas gentes, por um grupo de homens bravos, como se diz aqui em Espanha, que um dia tiveram a coragem de se bater por todos nós.
Com os dois conjuntos na máxima força, já que do lado da equipa de Alberto Mózon, Roger Boira recuperou a tempo de participar na final, pese embora não tenha sido utilizado, e por seu lado, Mauro Fernandez também apareceu no conjunto verde branco, depois da sua presença na final ter estado em dúvida, estavam lançados os dados para um grande jogo de hóquei em patins.
Os Espanhóis entraram muito fortes na partida tentando chegar cedo à vantagem, conseguindo o seu intento com um golo logo ao sexto minuto através de “Santi” Julivert. Os picarotos souberam reagir à adversidade e foram à procura da igualdade e colocaram a eliminatória novamente empatada com um golo de Carrais depois dum assistência de Tomba, num jogada de excelente efeito. Este tento gelou e silenciou por completo o pavilhão, só sendo audíveis os festejos duma dúzia de adeptos do Candelária que se deslocaram à Catalunha. A equipa laranja abanou, sentiu o golo e os homens de Pedro Nunes controlavam a partida. Foi nesta toada que a partida se jogava até que a um minuto do descanso, David Rós conseguiu receber, de costas para a baliza, uma bola dentro da área, tendo rodado para um remate colocado que colocou o Vilanova novamente em vantagem na partida. Este golo acabou por ser determinante no desfecho da partida, já que surgiu conta a corrente do jogo e num momento chave da partida.
No reatamento e em desvantagem, o Candelária assumiu a despesas do jogo conseguindo criar perigo junto da baliza de Arellano, mas o gigante espanhol mostrava-se intransponível. Assim e mais uma vez, o contra golpe foi fatal e numa recuperação e transição muito rápida, Rós bisou e levou o Garraf ao rubro. O Vilanova aproveitava o balanceamento ofensivo do adversário e demonstrava eficácia na hora da finalização, chegando mesmo ao quarto a poucos minutos do final através de Del Amor. Numa demonstração de grande personalidade, os homens da Candelária vergaram mas não caíram conseguindo ainda amenizar a desvantagem com mais um golo de Carrais.No final, a festa foi bonita, mas não era a nossa festa. O título está bem entregue e o vencedor é justo, mas esta final foi muito equilibrada e no conjunto dos dois jogos fica mesmo a sensação de que o Vilanova não é superior ao Candelária. A arbitragem da dupla transalpina não ficou isenta de erros graves, demonstrando mais uma vez que a verdade desportiva por vezes sai deturpada. Por este ou aquele pormenor, por esta ou aquela razão, o Pico continua lá longe, “perdido no meio do Atlântico” e muito longe dos grandes centros onde tudo se decide. Contudo esta é a hora de enaltecer e valorizar tudo aquilo que foi feito em prol das nossas gentes, por um grupo de homens bravos, como se diz aqui em Espanha, que um dia tiveram a coragem de se bater por todos nós.
Obrigado!
In. www.radiopico.pt
"A maior prova de coragem é suportar as derrotas sem perder o ânimo."
Autor: Ingersoll , Robert
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Candelária Sport Club
18 March, 2007
São João do Pico
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15 March, 2007
Para + tarde recordar
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Carnaval
14 March, 2007
Ponto de Encontro em São Mateus
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São Roque do Pico
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13 March, 2007
Sem Palavras
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11 March, 2007
Eis a Natureza
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10 March, 2007
A Beleza Ideal
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20 February, 2007
São Mateus do Pico
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19 February, 2007
São Mateus do Pico
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18 February, 2007
São Mateus do Pico
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11 February, 2007
O Belo é Necessário
Victor Hugo, in "Os Trabalhadores do Mar"
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Montanha do Pico
08 February, 2007
Pico - Montanha Mágica
Montanha
"A palavra pesada
persegue a pedra,
revela o austero pulsar do silêncio
e, com ele, inaugura um olhar de montanha.
Do alto, a alma encanta-se
e o olhar precipita-se em direção ao luzir da cidade.
Do baixo, o corpo, enfermo, claudica
e os braços perdem-se na impotência primordial
de uma escalada.
A montanha é sentida
e nela diviso o inferno e o paraíso
da Babel recriada.
Estando no centro,
a minha alma assesta a caverna
na recomposição do paraíso Dantesco.
Dessa forma, a montanha enternece o poeta
e a palavra mais leve
revela a montanha/palavra
Refletida no olhar."
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Montanha do Pico
07 February, 2007
Sexo – Assunto Proibido

Existe um enorme hiato entre o que se entende por sexualidade, aquilo que se ensina, e em que meios esta orientação se dá.
Actualmente, e embora as informações sobre sexualidade sejam mais ricas e esclarecedoras, nem sempre são verdadeiras e responsáveis.
O sexo é, cientificamente, denominado como o conjunto de características genéticas, anatómicas e hormonais que distinguem o homem (XY) da mulher (XX). Já a sexualidade diz respeito às qualidades próprias do sexo, e também o modo como exercermos qualquer tipo de comportamento erótico.
É fundamental reflectirmos que a sexualidade muitas vezes ultrapassa as configurações biológicas, pois sempre apresentam na espécie humana uma inserção nitidamente psico-emocional.
A sexualidade humana é amplamente complexa e assim pode engendrar um amplo leque de condutas, sobretudo no mundo contemporâneo. Inúmeras subtilezas e circunstâncias do ambiente modificam o registro biológico do ser humano. Assim sendo, a biologia já não é tão determinante.
Em verdade vos digo que, mais do que nunca, é necessária uma contínua educação sexual, para que as pessoas, desde a tomada de consciência da própria sexualidade (na maioria das vezes no início da puberdade), possam caminhar serenamente, nesse contexto.
Caríssimos leitores é vero que a televisão é um dos maiores, senão mesmo o maior, veículo informativo que retrata variadíssimos temas actuais e, actualmente, indispensáveis no dia-a-dia de qualquer sujeito, todavia, algumas dessas informações nem sempre passam cá para fora de forma correcta e adequada. Os programas televisivos estão recheados de cenas sexuais cada vez mais explícitas, e mesmo parecendo informações sérias e coerentes, de maneira geral, proporcionam aos telespectadores, principalmente adolescentes, uma imagem distorcida e conflituante sobre a importância dos valores sexuais. Assim, muito se contribui para que as informações sejam equivocadas. O conhecimento da temática sexual pode transformar-se numa inadequada proliferação de mitos e crenças, distorcendo mais e mais o verdadeiro entendimento do sexo e da sexualidade.
A dificuldade dos pais em falar sobre sexo, com os filhos adolescentes, faz com que grande número dos jovens aumente, em demasia, as suas dúvidas e consequentes conflitos sexuais.
O sexo – assunto proibido – faz com que os jovens obtenham informações incorrectas, seja através dos colegas ou através de outros meios disponíveis, acabando por acumular ainda mais dúvidas às já existentes.
O que acontece afinal?
Acumulam respostas equivocadas dentro da família (Como nascem os bebés? Vêm de Paris no bico de uma cegonha). Pelo amor de Deus, tenham a Santa Paciência, mas assim não dá.
As experiências sexuais são iniciadas precocemente e sem o devido preparo, além de não terem o conhecimento de métodos anticoncepcionais eficientes, os adolescentes ficam expostos a graves problemas, tais como: gravidezes indesejáveis e DST’s (Doenças Sexualmente Transmissíveis).
A grande questão que então se coloca é: toda a orientação sexual deve ser feita desde cedo (adolescência) e de preferência pelos pais?
Creio que sim, contudo, por outro lado estes precisam de uma preparação específica, de tal forma que o saber transmitido seja claro, objectivo e verdadeiro.
É necessário lembrar e relembrar que as relações sexuais iniciadas muito cedo e de forma inadequada acabam desvanecendo as expectativas, amplificando o anseio e cooperando para posteriores problemas de desempenho sexual.
As incertezas sexuais, que inevitavelmente ocorrerão, não podem trazer mais inquietação do que as já previsíveis e que poderão assim ser indubitavelmente sanadas.
A educação sexual é, forçosamente, imprescindível no mundo globalizado em que a informação é cada vez mais acessível e influenciada pelos meios de comunicação.
Embora isso infelizmente nem sempre seja possível, sobretudo pela colossal desinformação que geralmente escolta os pais, competirá aos mesmos informarem-se da melhor maneira possível, para serem junto aos filhos, guardiães de uma benéfica e consciente instrução sexual.
E que assim seja!
Actualmente, e embora as informações sobre sexualidade sejam mais ricas e esclarecedoras, nem sempre são verdadeiras e responsáveis.
O sexo é, cientificamente, denominado como o conjunto de características genéticas, anatómicas e hormonais que distinguem o homem (XY) da mulher (XX). Já a sexualidade diz respeito às qualidades próprias do sexo, e também o modo como exercermos qualquer tipo de comportamento erótico.
É fundamental reflectirmos que a sexualidade muitas vezes ultrapassa as configurações biológicas, pois sempre apresentam na espécie humana uma inserção nitidamente psico-emocional.
A sexualidade humana é amplamente complexa e assim pode engendrar um amplo leque de condutas, sobretudo no mundo contemporâneo. Inúmeras subtilezas e circunstâncias do ambiente modificam o registro biológico do ser humano. Assim sendo, a biologia já não é tão determinante.
Em verdade vos digo que, mais do que nunca, é necessária uma contínua educação sexual, para que as pessoas, desde a tomada de consciência da própria sexualidade (na maioria das vezes no início da puberdade), possam caminhar serenamente, nesse contexto.
Caríssimos leitores é vero que a televisão é um dos maiores, senão mesmo o maior, veículo informativo que retrata variadíssimos temas actuais e, actualmente, indispensáveis no dia-a-dia de qualquer sujeito, todavia, algumas dessas informações nem sempre passam cá para fora de forma correcta e adequada. Os programas televisivos estão recheados de cenas sexuais cada vez mais explícitas, e mesmo parecendo informações sérias e coerentes, de maneira geral, proporcionam aos telespectadores, principalmente adolescentes, uma imagem distorcida e conflituante sobre a importância dos valores sexuais. Assim, muito se contribui para que as informações sejam equivocadas. O conhecimento da temática sexual pode transformar-se numa inadequada proliferação de mitos e crenças, distorcendo mais e mais o verdadeiro entendimento do sexo e da sexualidade.
A dificuldade dos pais em falar sobre sexo, com os filhos adolescentes, faz com que grande número dos jovens aumente, em demasia, as suas dúvidas e consequentes conflitos sexuais.
O sexo – assunto proibido – faz com que os jovens obtenham informações incorrectas, seja através dos colegas ou através de outros meios disponíveis, acabando por acumular ainda mais dúvidas às já existentes.
O que acontece afinal?
Acumulam respostas equivocadas dentro da família (Como nascem os bebés? Vêm de Paris no bico de uma cegonha). Pelo amor de Deus, tenham a Santa Paciência, mas assim não dá.
As experiências sexuais são iniciadas precocemente e sem o devido preparo, além de não terem o conhecimento de métodos anticoncepcionais eficientes, os adolescentes ficam expostos a graves problemas, tais como: gravidezes indesejáveis e DST’s (Doenças Sexualmente Transmissíveis).
A grande questão que então se coloca é: toda a orientação sexual deve ser feita desde cedo (adolescência) e de preferência pelos pais?
Creio que sim, contudo, por outro lado estes precisam de uma preparação específica, de tal forma que o saber transmitido seja claro, objectivo e verdadeiro.
É necessário lembrar e relembrar que as relações sexuais iniciadas muito cedo e de forma inadequada acabam desvanecendo as expectativas, amplificando o anseio e cooperando para posteriores problemas de desempenho sexual.
As incertezas sexuais, que inevitavelmente ocorrerão, não podem trazer mais inquietação do que as já previsíveis e que poderão assim ser indubitavelmente sanadas.
A educação sexual é, forçosamente, imprescindível no mundo globalizado em que a informação é cada vez mais acessível e influenciada pelos meios de comunicação.
Embora isso infelizmente nem sempre seja possível, sobretudo pela colossal desinformação que geralmente escolta os pais, competirá aos mesmos informarem-se da melhor maneira possível, para serem junto aos filhos, guardiães de uma benéfica e consciente instrução sexual.
E que assim seja!
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03 February, 2007
Freguesia de São Mateus
(M. Luther King)
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